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Suster a proliferação de armas ligeiras e de pequeno calibre é fundamental para se prevenir a eclosão de novos conflitos ou o aumento da dimensão daqueles já existentes na região da áfrica Central.
Esta é uma das conclusões saídas da Vigésima Sétima reunião do Comitê Consultivo Permanente das Nações Unidas para a segurança na áfrica Central, terminada esta quinta-feira em Luanda. Os Ministros dos Negócios Estrangeiros da região pensam que o tráfico trans-fronteiriço de armas ligeiras, de outros materiais e até de seres humanos, é motivo bastante para se elegerem novas estratégias de combate Deste modo, defendem o reforço do Comitê Consultivo de Segurança da região central, que deverá aprofundar todas estas questões no próximo encontro a acontecer em Libreville, capital do Gabão. Os diplomatas olharam com preocupação para a situação menos boa de países como o Tchade, Congo Democrático, Burundi e República Centro Africana. A perspectiva é ajudar na sua estabilidade, garantindo assim uma certa tranqüilidade ao resto da África Central. O Ministro angolano dos Negócios Estrangeiros referiu a importância do encontro para a Paz e Segurança desta parte do continente. “Este fórum tem proporcionado aos nossos países um amplo conhecimento múltiplo dos múltiplos problemas que afectam o desenvolvimento econômico e social dos países da região, tais como os conflitos armados, a proliferação de armas e o crime organizado trans-nacional”. O Comitê Consultivo Permanente da ONU para a Segurança na África Central reúne-se duas vezes ao ano. Nesta reunião de Luanda, Angola assumiu a sua presidência. Para além dos países já citados, tomam também assento, os Camarões, São Tomé e Princípe e a Guiné Equatorial, num total de dez países membros. F: Apostolado
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