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RD. Congo: Líderes da Comissão do Golfo da Guiné (CGG) pedem mudança na missão da ONU no Congo |
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Escrito por .oO( Cfr. no fim da página )Oo.
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25-Nov-2008 |
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Os líderes dos países da Comissão do Golfo da Guiné (CGG) pediram em Luanda, capital angolana, ao Conselho de Segurança das Nações Unidas que redefina o mandato da sua Missão na República Democrática do Congo (MONUC) para permitir maior eficácia.
Apontando como pressuposto para o pedido, a organização utilizou as disposições do capítulo 7° da Carta das Nações Unidas, que, sob condições, admite o uso da força, para fazer cumprir com mais eficácia a missão da ONU na RD Congo.
O pedido consta do comunicado final da segunda cúpula de Chefes de Estado e de Governo dos países da Comissão do Golfo da Guiné, que aconteceu nesta terça-feira, ao analisar o conflito que opõe Kinshasa ao general rebelde Laurent Nkunda.
“Do mesmo modo, os chefes de Estado e de Governo tomaram boa nota da resolução nº 1843 do Conselho de Segurança das Nações Unidas de 20 de novembro de 2008, autorizando o aumento temporário dos efetivos da MONUC em 3 mil efetivos a fim de reforçar a sua capacidade de proteção”, frisa o comunicado do encontro.
Solução política
Segundo o documento, os líderes reconhecem as iniciativas que contribuíram para a restauração da paz e segurança no país e, particularmente, ao presidente angolano, José Eduardo dos Santos, e ao seu governo pelo empenho na procura de uma solução política para o conflito.
O presidente angolano defendeu a necessidade de garantir a defesa e segurança dos países, frisando que sem segurança não há desenvolvimento.
“É assim que continuamos também convencidos de que só o diálogo e a negociação constituem as vias para resolver de forma duradoura qualquer diferendo, em conformidade com as disposições da Carta da Organização das Nações Unidas e da União Africana”, afirmou José Eduardo dos Santos.
Segundo o presidente angolano, os acordos, “uma vez aceitos, devem ser respeitados e materializados quer se tratem de compromissos assumidos no plano bilateral ou multilateral”.
Fonte:Lusa
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