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Pelo menos quinhentos mil angolanos, que se encontravam em países vizinhos na condição de refugiados, já regressaram ao país, no quadro do repatriamento organizado e voluntário, levado a cabo entre 2003 e 2007 pelo Governo angola com o apoio do ACNUR.
A directora nacional da Assistência e Promoção Social, disse à emissora ofiacial angolana, que apesar do esforço efectuado uma boa parte de angolanos continuam radicados no exterior do país. "Nem todos regressaram ao país. Existe ainda nos países de asilo um número considerável de cidadãos angolanos que por sua livre vontade decidiram permanecer nesses países", disse Nilsa Batalha a propósito do Dia do Refugiado, que se assinala esta sexta-feira. Ressaltou também que alguns angolanos estão mais confiantes na Paz que o país está a viver e que demonstram o desejo de regressar ao país. ". Nós estamos aqui prontos para conceder toda assistência àqueles que assim pretendam ou desejam e manifestem em formulário regressar ao país", referiu. Reconheceu também que apesar dos esforços das autoridades " existe ainda um nível considerável de angolanos a viver na condição de refugiados" dentro do país devido as várias carências que enfrentam. O dia do refugiado é comemorado desde a assinatura, em Addis-Abeba, Etiópia, da Convenção sobre a protecção do refugiado, em 1969. Apostolado
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