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A comunidade angolana residente nos estados norte-americanos de New Jersey, Nova Iorque e Pensylvânia, comemorou sábado o sexto aniversário da paz em Angola com um culto ecuménico celebrado na cidade de Elizabeth (New Jersey).
Durante a missa, organizada pelo reverendo angolano Gomes Pedro, pastor da Igreja Lutherana de Elizabeth, foram enaltecidos os esforços que conduziram ao alcance da paz efectiva depois de várias décadas de guerra que dilacerou o pais.
O reverendo Sozinho Alves (também angolano), residente em Pensylvânia, apelou para a cultura da paz entre os angolanos e a observação de uma sã convivência baseada nos nobres valores da vida humana, amando o próximo.
“A vida humana é sagrada, é um dom de Deus, inviolável, que necessita de paz para preservâ-la, porque a paz não odeia ninguém. Por isso, devemos ter uma consciência angolana genuína e ética cristã, para todos unidos contribuirmos para o grande desafio de solucionar os problemas que o nosso país enfrenta”, disse o prelado.
Por seu turno, a cônsul-geral de Nova Iorque, Júlia Machado, convidada a tecer algumas considerações sobre a efeméride, exortou todos os angolanos, independentemente da sua filiação partidária, a contribuir para a preservação da paz e a reconstrução do país.
“Devemos reflectir todos os dias sobre o significado da paz no nosso pais, porque nos trouxe inúmeros benefícios, como a recuperação económica e a melhoria das condições de vida das pessoas”, afirmou.
A responsável angolana destacou o papel desempenhado pelo Presidente José Eduardo dos Santos para que a paz fosse uma realidade em Angola desde o dia 4 de Abril de 2002, cenário que tem permitido o desenvolvimento paulatino do país.
O acto, que culminou com uma confraternização, foi assistido por funcionários da Missão Permanente de Angola junto das Nações Unidas, do Consulado Geral em Nova Iorque, da comunidade angolana radicada em New Jersey e Pensylvânia e por alguns membros da Igreja Lutherana de Elizabeth, de origem hispânica.
F: Angop
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