As obras de reabilitação das pontes sobre o rio Kuanza, em Cangandala (Malanje) e Mussende (Kuanza-Sul), terminam nos próximos 18 meses.
O ministro acompanhante do Conselho de Ministros para a província de Malanje, engenheiro José Botelho Vasconcelos, recebeu garantias do fiscal da empreitada, Paulo Martins, de que a mesma será entregue de acordo com os prazos contratuais.
VOA
As obras de reabilitação das pontes sobre o rio Kuanza, em Cangandala (Malanje) e Mussende (Kuanza-Sul), terminam nos próximos 18 meses.
O ministro acompanhante do Conselho de Ministros para a província de Malanje, engenheiro José Botelho Vasconcelos, recebeu garantias do fiscal da empreitada, Paulo Martins, de que a mesma será entregue de acordo com os prazos contratuais.
O Instituto Nacional de Estradas de Angola (INEA), adjudicou à construtora Conduril que vai alargar a faixa de rodagem para veículos e passadeiras para peões e dar maior durabilidade a ponte Salazar, com cerca de 100 metros de comprimentos, construída em 1973.
«O INEA decidiu avançar com a reabilitação desta ponte, alargando a faixa de rodagem, a faixa de rodagem para viaturas de 6,10 metros para 7,20 metros e aumentando os passavices para peões de 70 centímetros para 1,5 metros nos dois lados. Daquilo que se pretende, para além, da reabilitação é ter durabilidade, ou seja, dotar esta ponte de alguns melhoramentos que permite ter uma duração maior no tempo, esse é o principal objectivo. Preservando também esta, este monumento da província de Malanje. Neste momento, nada está a condicionar o cumprimento dos prazos. Houve uma possibilidade que o INEA estudou, em vez de reabilitar esta ponte, construir uma ponte. Essa hipótese foi alvo de um estudo. Neste momento este estudo está eliminado, ou seja, uma coisa que foi abandonada e voltou-se a situação inicial».
Setenta jovens angolanos conseguiram o primeiro emprego naquele projecto de enorme impacto para o desenvolvimento sócio-económico da região.
A ligação rodoviária Malanje/Kuanza-Sul vai acelerar o crescimento sócio-económico entre o norte e o sul do país, assim como a circulação de pessoas e bens.
No município de Malanje, o INEA e as empresas de construção civil Metroeuropa e Odebrecht assinaram o auto de consignação para asfaltagem e reabilitação de 21 quilómetros e meio de estradas do centro urbano e periurbano, nos próximos 3 meses.
Joaquim Sebastião, do Instituto Nacional de Estradas de Angola, anunciou que a terraplanagem, tapa buracos, drenagem, resselagem com betão de quatro centímetros de betuminoso e sinalização das vias, são algumas das demais intervenções para tornar o trânsito mais fluído.
“Com realce os aspectos ligados as dificuldades na integração cidade e periferia, na disponibilização de um nível de serviço idêntico à todas áreas de desenvolvidas da cidade, a distribuição regular da circulação de veículos e peões, bem como o isolamento dos corredores principais do movimento, pelo simples facto da não existência de itinerários alternativos para o escoamento do tráfego urbano e perurbano. Levando que a continuidade de determinasse a definição imediata e oportuna de algumas vias estruturantes. Para a intervenção das ruas da cidade de Malanje foram mobilizados dois grandes empreiteiros estabelecidos na região, dispondo de capacidade de resposta imediata, por possuírem centrais produtivas de materiais básicos para a execução de obras rodoviárias, nomeadamente a empresa MetroEuropa com 11,8 quilómetros e a empresa Odebrecht com 9,7 quilómetros, totalizando 21,5 quilómetros de vias contempladas».
A nova imagem que ganha a cidade de certa forma vai aumentar o número de turistas que se deslocam às terras da Palanca Negra para desfrutar da sua beleza natural. o governador de Malanje, Cristóvão da Cunha, disse na cerimónia de consignação da obra, que só estará satisfeito quando elas terminarem.
«A nossa cidade, que ultimamente tem recebido muitos turistas, sempre reclamam estes buracos que ainda temos na cidade de Malanje. É verdade que vão reconhecendo alguns esforços, mas se melhorarmos cada vez mais... É o melhor benefício que podemos oferecer. Eu só fico satisfeito quando ver tudo terminado, mas contento-me com este esforço que o governo vai fazendo, porque somo 18 províncias e é preciso saber distribuir as acções para que resolvamos os problemas de Angola».
A nova cara que tem o tapete asfáltico da estrada nacional 230 e das diferentes tangentes ao seu percurso, não tem sido aproveitado da melhor forma pelos automobilistas, situação que está a aumentar a sinistralidade com elevados índices de perdas humanas e materiais.
Fonte:VOA
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