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Credito habitacional sem impacto desejado, porque o sector bancário angolano é reticente |
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Escrito por : Cfr. no fim da pág
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01-Jul-2008 |
A actual expansão do sector bancário angolano, marcada pela constante entrada de novos bancos, parece estar ainda longe de satisfazer as necessidades do mercado, sobretudo no que tem a ver com a abertura de modalidade de crédito, voltados para a área habitacional.
Em economia normal, o recurso ao crédito á habitação seria a facilidade de que qualquer um se serviria na hora de comprar ou financiar a construção de uma casa. Mas para o não ser este o caso angolano, onde a maioria das designações bancárias a operarem, parecem reticentes em concederem financiamentos para esta finalidade, o que limita as possibilidades de muitas pessoas poderem adquiriram uma casa ou mesmo suportarem uma iniciativa de autoconstrução.
Entre os cerca de dezassete que conformam o universo bancário, já alguns poucos publicitam a oferta deste produtos que, na prática, não se sabe se há clientes comuns, com sorte de terem beneficiados de um crédito á habitação.
Bancos como o Fomento Angola, o Millennim, assim como o Banco internacional de Crédito, são pelo menos alguns dos monstruosos a tal facilidade de crédito. Mas, o acesso a tal facilidade revela-se mais difícil do que imaginado, função dos monstruosos requisitos exigidos pelas instituições bancárias.
Fonte: A Capital
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Actualizado em ( 30-Jun-2008 )
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