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Economia angolana regista um desempenho fantástico, diz economista Fernando Heitor |
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Escrito por : Cfr. no fim da pág
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11-Jul-2008 |
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O economista angolano Fernando Heitor, reconheceu ontem (quinta-feira), em Luanda, que a economia angolana tem registado, neste período de paz, um desempenho "fantástico", traduzindo-se no crescimento do Produto Interno Bruto (PIB).
Dissertando o tema "A nação, identidade cultural e o desenvolvimento, como factores de estabilidade social em Angola", no âmbito do colóquio sobre Identidade Cultural, que se realiza no Palácio dos Congressos, Fernando Heitor apontou o facto de em seis anos de paz (2002-2007), o PIB ter crescido em média 18 porcento, partindo de 14,5 porcento em 2002 (ano em que terminou a guerra) para 23,3 porcento em 2007.
"É uma das mais altas taxas de crescimento do mundo, porém, não se pode esquecer que o ponto de partida deste crescimento, segundo a base técnico-material disponível, era muito baixo - a economia viveu um longo período de recessão, com uma infra-estrutura escassa e bastante débil", realçou.
Todavia, acrescentou o também professor universitário, o ritmo de crescimento alcançado pode ser considerado fantástico, contribuindo decisivamente para isto, o "boom" que o preço do petróleo atingiu no mercado internacional, que, aliado ao aumento da produção interna deste produto, fez despoletar o crescimento da economia angolana aos níveis inéditos que se regista actualmente.
Adiantou que as altas taxas de crescimento económico devem ser de provocar melhorias significativas na vida das populações, realçando, no entanto, que, por si só, não é um factor de estabilidade social, principalmente quando o produto ou o rendimento que cresce não se traduz em benefícios reais significativos para a maioria da população.
O colóquio sobre identidade cultural identidade nacional, que se realiza até sexta-feira, conta com a participação de técnicos e especialistas nacionais que abordam diversas questões relativas a preservação e consolidação dos valores culturais do país.
Numa realização do Ministério da Cultura, o evento enquadra-se no programa "Mais Cultura, Mais Angola - A cultura fortalece a nação".
Fonte:Ango
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Apreende bem os conceitos e volata a Angola para contribuir para o desenvolvimento do Paiis. Por que afinal deve ser o desejo de todos quanto estao a se formar a todos niveis do saber.
O artigo, para sobre tudo nao tras nada de novo. Entretanto, aborda a situacao que todos nos conhecemos. O artigo nao faz mencao ao termo 'desenvolvimento economico'. Mas para que este se regista e factor necessario que haja crescimento, sem o qual nao se pode falar de desenvolvimento.
Queremos ver, outra abordagem da situacao e uma visao clara. As pessoas que estao no meio do poder e que domina e/ou teem contacto com os documentos chaves sobre indicadores e comportamento macroeconomico do paiis, devem trazer propostas inovadoras que possam contribuir para potenciar a economia e relancar os sectores primarios da economia. O paiis precisa ser acutilante e agressivo (no bom sentido) para superar o seculo XV e impor-se no seculo XXI. Este seculo tem uma velocidade supreendente, que nao companha-lo teraa grandes dificuldades de acertar o marca-passo.
1ab