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Governo angolanos despende mais de 500 mil milhões de kwanzas na restauração de infra-estruturas |
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Escrito por .oO( Cfr. no fim da página )Oo.
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21-Nov-2008 |
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O Governo angolano empregou na construção e restauração de diversas infra-estruturas socioeconómicas no país, em 2007, cerca de 60 por cento de despesas globais do investimento público, que rondou em cerca de 560 mil milhões de kwanzas. O facto foi avançado em Luanda pela ministra do Planeamento, Ana Dias Lourenço, quando falava no encerramento das 12ªs Jornadas da Fundação Eduardo dos Santos (FESA), que decorriam desde o dia 18 deste mês sob o lema "Cidades: Formação, Planeamento, Gestão e Redes Urbanas".
A governante destacou que as acções directamente relacionadas com a edificação de uma rede de qualidade também têm sido objecto de especial atenção.
"Os programas de ordenamento, urbanismo e habitação comportam Planos Directores Provinciais e Planos de Pormenores para diversos fins", enfatizou a ministra Ana Dias Lourenço.
Fez referência ainda ao mapeamento e demarcação de terras comunitárias, reabilitação de bairros e do espaço público em geral, construção de sistemas de tratamento de lixo e aterros sanitários, planos de urbanização e de expansão de áreas urbanas, entre outros esforços para a melhoria dos centros urbanos.
Para si, todo esse esforço está perfeitamente enquadrado na política activa de integração do mercado nacional, tendo em conta os valores da coesão, da eficiência, da competitividade territorial e da sustentabilidade.
Apontou como meta a atingir, o surgimento de uma rede urbana integrada por cidades capazes de oferecer qualidade de vida e o desenvolvimento equilibrado do país.
Considerou, por outro lado, que um dos objectivos do Governo é diminuir as assimetrias existentes, garantir um desenvolvimento equilibrado e harmonioso do país e, deste modo, conseguir que todos os angolanos, independentemente do local onde vivam, tenham acesso as mesmas oportunidades.
Durante quatro dias, prelectores nacionais e estrangeiros dissertaram temas como Formação, Planeamento e Gestão das cidades, Instrumentos de Gestão Territorial, o Desenvolvimento Urbano de Angola, Políticas de fomento habitacional e o crescimento urbano e utilização de fontes de Energias limpas.
O fórum contou com mais de 500 participantes, entre docentes, estudantes, membros do Governo e outros convidados.
Fonte:Angop
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