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Sector bancário é fundamental na construção de uma economia forte e justa |
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Escrito por : Cfr. no fim da pág
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26-Mai-2008 |
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O sector bancário no país desempenha um papel fundamental para a construção de uma economia forte e justa, afirmou hoje (segunda-feira), em Luanda, a primeira-secretária do comité de especialidade dos bancários do MPLA, Teresa Gama.
| Foto Angop | |  | | Primeira-secretária do comité de especialidade dos bancários do MPLA, Teresa Gama | | | A responsável teceu esta consideração quando intervinha na abertura do colóquio sobre os "Grandes Desafios do Desenvolvimento em Angola", que saudou o segundo aniversário da criação do comité de especialidade dos bancários do MPLA, que hoje se assinala.
Teresa Gama afirmou que os bancos angolanos sempre contribuíram para reabilitar o investimento económico e manifestou a vontade deste sector continuar a ser protagonista deste processo.
"Nos últimos anos, o processo de inclusão bancária promoveu o acesso a produtos e serviços financeiros, o que trouxe uma nova perspectiva de vida para os angolanos", frisou.
A responsável explicou que a estabilidade cambial no país mudou as expectativas das pessoas e preparou Angola para um ciclo de crescimento e estabilidade económica e distribuição de riquezas.
“Se o crédito para pessoas físicas é fundamental para fomentar o consumo, o estímulo ao crédito para as grandes empresas é imprescindível para fazer o país crescer de maneira consistente”, realçou a primeira-secretária do comité de especialidade dos bancários do MPLA, Teresa Gama.
O colóquio teve como prelector o secretário do Bureau Político do MPLA para os assuntos económicos e sociais, Manuel Nunes Júnior, que na ocasião considerou ser necessário transformar os altos níveis de crescimento alcançados pelo país nos últimos anos em bem-estar das populações.
Este encontro visou igualmente assinalar os êxitos alcançados na III conferência nacional do MPLA, realizada nos dias 9 e 10 deste mês, na qual foi traçada a estratégia eleitoral do partido e o programa de Governo para os próximos quatro anos. Angop
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