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Sonangalp (Sonangol e da portuguesa Galp) em maré baixa, os negócios vão de mal a pior |
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Escrito por : Cfr. no fim da pág
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08-Jul-2008 |
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O negócio da Sonangalp parece não estar a correr como se previa. A expectativa era enorme por altura da criação desta sociedade onde se cruzam interesses da Sonangol e da portuguesa Galp.
Em termos de infra-estruturas, só para citar este exemplo, os avanços são muitos tímidos aventando-se mesmo hipótese de abandono dos projectos que tinham sido anunciados com muita pompa na data da inauguração desta empresa do segmento de venda de combustível e lubrificantes.
Tinham sido projectadas uma séria de bombas de abastecimento de gasolina e gasóleo das quais apenas foram concluídas duas, sendo uma instalada na estrada do Benfica e outras na de Catete em Luanda.
Os projectos que deviam ser erguidos nas províncias não descolaram. Fontes do semanário «Agora», indicam que os pontos de abastecimentos que seriam construídos no Sumbe, mais concretamente no município do Porto Aboim, Lobito, Huambo e Caála, não foram concretizados. Na capital estava ainda prevista a construção de um terceiro ponto de abastecimento, nos Congoleses, mas esta estrutura também não andou.
Segundo a mesma fonte as verbas terão sido disponibilizadas para o arranque das obras, aventando-se a hipótese destas terem recebido outro caminho sem que para tal fosse dada uma explicação.
Comenta-se que alguns dos anteriores gestores estariam com as mãos na massa, como soe dizer-se, e terão sumido sem deixar rastros. Fala-se também de trabalhadores que teriam abandonado a empresa por causa do meu ambiente e de outros afastados sem qualquer indemnização.
Lembra-se que a Sonangalp é comparticipada em 49% pela Sonangol, enquanto a Galp participa na sociedade com 51%. Essa repartição de capital social, de acordo com um responsável da petrolífera angolana, tem a ver com a reciprocidade de investimento já que nos negócios a Sonangol entra com 51%.
Fonte:Agora
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