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Dezoito técnicos das áreas de engenharia e arquitectura, que participaram do curso de fiscalização e supervisão de empreitadas de obras públicas, foram outorgados hoje, em Luanda, pela Empresa Protocolo Angola Services.
Os técnicos que frequentaram o curso durante 40 dias receberam conhecimentos sobre breve história e importância da fiscalização de obras públicas, regulamentação e procedimentos legais e contratos, fases do projecto e período da obra pública, deveres fundamentais do fiscal de obras e noção de qualidade. O auto de consignação e o livro de obra, noções sobre alvenarias, suportes e seus revestimentos, as vistorias, recepção provisória e cálculo de multas constam dos conhecimentos recebidos pelos formandos.
Durante a cerimónia da outorga, o bastonário da Ordem dos Engenheiros de Angola, José Dias, referiu que o curso formou fiscalizadores profissionais e vai lançar no mercado do emprego pessoas capacitadas para exercerem a profissão de forma condigna.
José Dias disse ainda que é necessário primar pela qualidade dos profissionais de diversas áreas para que o país registe grandes avanços em vários sectores.
De acordo com o bastonário, fiscalizar é prevenir, aconselhar os empreiteiros para que cumpram os prazos dados para a entrega das obras.
Por sua vez, o director geral da Empresa Protocolo Angola Services, Gideoni Andre, disse que a empresa foi inaugurada em 1996, mas por várias razões ela interrompeu o seu funcionamento. A mesma foi reactivada em 2006 e até a presente data já formou mais 50 fiscais profissionais de empresas públicas e privadas.
O responsável acrescentou ainda que nos próximos 10 anos a instituição que dirige pretende avançar na profissionalização de todas construtoras e suas equipas.
De acordo com Gideoni André, a empresa tem como objectivo lançar fiscais profissionais que possa monitorar todas as empreitadas adjudicadas as instituições e racionais para que o desenvolvimento económico sustentável seja um facto.
Durante a cerimónia estiveram presentes directores técnicos dos serviços dos tribunais de contas, juristas, engenheiros, entre outros.
Angop
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