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O actual deserto do Sahara foi um dos primeiros locais onde se praticou a agricultura em África (cultura da cerâmica de linhas onduladas). Aparentemente, a história da África oriental começa a ser conhecida a partir do século X, quando um estudioso viajante árabe, Al-Masudi, descreveu uma importante actividade comercial entre as nações da região do Golfo Pérsico e os "Zanj" ou negros africanos. Após a Segunda Guerra Mundial, as colónias em África começaram a conquistar independência
De acordo com as descobertas mais recentes de fósseis de hominídeos, a parte oriental de África (e Sudoeste da Ásia) parecem ter sido o suposto “berço único da humanidade”, não só onde, pela primeira vez, apareceu a espécie Homo sapiens, mas também grande parte dos seus antepassados, os Australopithecus (que significa “macacos” do sul”), os Pithecanthropus (que significa “macaco-homem”) e, finalmente, o género Homo (ver Swartkrans, por exemplo). O ser humano supostamente surgiu em África e se espalhou por todo o planeta, embora não se ignore outras possibilidades multi-regionais, tal como o grau de relevância dos cruzamentos genéticos entre os emigrantes homo sapiens mais recentes oriundos do eixo África Oriental-Extremo Sudoeste Asiático e os povos mais antigos já pré-estabelecidos noutras regiões do planeta (geno-mutantes locais já com própria identidade genética independente e separada pelo tempo/espaço neuro-ambiental dos proto-africanos). Norte de África No deserto da Líbia encontraram-se gravações em rochas (ou "petroglifos") do período Neolítico, e megalitos, que atestam da existência duma cultura de caçadores-recolectores nas savanas secas desta região, durante a última glaciação. O actual deserto do Sahara foi um dos primeiros locais onde se praticou a agricultura em África (cultura da cerâmica de linhas onduladas). Outros achados arqueológicos demonstram que, depois da desertificação do Sahara, as populações do Norte de África passaram a concentrar-se no vale do rio Nilo: os “nomas”, cuja cultura ainda não conhecia a escrita, e que, por volta de 6000 a.C., já tinha uma agricultura organizada. África subsahariana Pode dizer-se que a história recente ou “moderna” de África, no sentido do seu registo escrito, começou quando povos de outros continentes começaram a registar o seu conhecimento sobre os povos africanos – com excepção do Egipto e, provavelmente, dos antigos reinos de Axum e Meroe, que tiveram fortes relações com o Egipto. Assim, aparentemente, a história da África oriental começa a ser conhecida a partir do século X, quando um estudioso viajante árabe, Al-Masudi, descreveu uma importante actividade comercial entre as nações da região do Golfo Pérsico e os "Zanj" ou negros africanos. No entanto, outras partes do continente já tinham tido início a islamização, que trouxe a estes povos a língua árabe e a sua escrita, a partir do século VII. As línguas bantu só começaram a ter a sua escrita própria, quando os missionários europeus decidiram publicar a Bíblia e outros documentos religiosos naquelas línguas, ou seja, durante a colonização do continente, pelo menos, da sua parte subsahariana. Colonização europeia No período da expansão marítima europeia, os portugueses tentavam contornar a costa africana para chegar às Índias em busca de especiarias. Muitas áreas da costa africana foram conquistadas e o comércio europeu foi estendido para essas áreas. Em África existiam muitas tribos primitivas (segundo a visão etnocentrista europeia) que viviam em contacto com a natureza e não tinham tecnologia avançada. Havia guerras entre tribos diferentes, a tribo derrotada na guerra se tornava escrava da tribo vencedora. No período de Colonização da América, ocorria o tráfico negreiro, em que eram buscados negros de África para trabalhar como escravos nas colónias, sendo a mão-de-obra. Os escravos eram conseguidos pelos europeus por negociações com as tribos vencedoras. Os escravos eram trocados por mercadorias de pouco valor na Europa, como tabaco e aguardente, e levados para América como peças (mercadorias valiosas). Após a Revolução Industrial e a independência das colónias do continente americano, as potências europeias começaram o imperialismo ou neocolonialismo, em que áreas de África e da Ásia eram dominadas para expandir o comércio, buscar matérias-primas e mercado consumidor e deslocar a mão-de-obra desempregada da Europa. Essa prática capitalista levou os europeus às duas Guerras Mundiais. Na colonização, a África foi dividida de acordo com os interesses europeus, tribos aliadas foram separadas e tribos inimigas unidas. Por causa disso há guerras civis actualmente no continente. Após a Segunda Guerra Mundial, as colónias em África começaram a conquistar independência, formando os actuais países africanos. JA
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caracteristicas:
sociais;
econômicas;
culturais etc..,