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Ministro António Burity da Silva: "90% por cento dos manuais da reforma são de autores nacionais |
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Escrito por .oO( Cfr. no fim da página )Oo.
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13-Out-2008 |
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O ministro da Educação, António Burity da Silva, garantiu sexta-feira última, em Luanda, que cerca de noventa por cento dos livros escolares da Reforma Educativa, são elaborados por especialistas nacionais, que estabelecem parcerias com diferentes editoras.
Burity da Silva avançou esse dado quando discursava na cerimónia da apresentação dos novos manuais de química da 9ª e 10ª classe, no âmbito da Reforma Educativa, em curso no país.
De acordo com o governante, os autores ao publicarem os manuais, em parcerias com as editoras, não só prestigiam o seu currículo académico, como também têm direito de recompensa financeira em cada edição do seu livro.
“Há muitos anos alimentei a política de que deveriam ser os angolanos a produzirem os nossos manuais escolares por vários motivos, que não apenas o pedagógico. Esse sonho, essa vontade, se tornou realidade logo no início do ano da Reforma Educativa”, enalteceu.
O ministro salientou ainda que, a educação é um direito inerente ao ser humano, adquirido ao nascer e constitui um fim em si mesmo e nenhum país alcança o desenvolvimento técnico, cientifico, socio-económico e cultural sem apostar na formação.
Para tal, prosseguiu o responsável, é necessário que se melhor a qualidade de ensino assim como o material e estratégias pedagógicas, que abarcam um conjunto de conhecimentos e competências, indispensáveis no crescimento do sector.
Por sua vez, Philomene José Carlos, autora dos manuais, disse que o estudo da química possibilita ao homem desenvolver uma visão crítica do mundo e a partir daí consegue compreender e utilizar esse conhecimento para acções que contribuem para o melhoramento do seu nível de vida.
Segundo a professora, os manuais foram elaborados de acordo com o actual sistema de ensino e estão abertos a possíveis críticas e sugestões.
Assistiram a cerimónia da apresentação dos manuais, realizada no Instituto Médio Industrial de Luanda (Imil), governantes, académicos, investigadores, docentes, estudantes, entre outras individualidades convidadas, com destaque para o vice-ministro da Educação para a Reforma Educativa, Pinda Simão.
Angop
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