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Angola/Eleições: Último dia da campanha eleitoral agita Luanda, a capital de Angola |
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Escrito por : Cfr. no fim da pág
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04-Set-2008 |
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O último dia da campanha eleitoral foi marcado, em Luanda, por uma agitação jamais vista desde o início da maratona política. A capital angolana despertou ao som das buzinas de viaturas que transportavam militantes de diferentes formações políticas para os locais de comícios, actividades escolhidas por alguns partidos para encerrarem a sua jornada de campanha.
Se a baixa de Luanda esteve mais ou menos calma, o mesmo não se pode dizer em relação aos bairros suburbanos, onde vive a maioria da população e onde grande parte dos partidos políticos direccionou a sua actividade de encerramento de campanha.
A tolerância de ponto decretada pelo Governo, permitiu aos militantes e simpatizantes dos partidos políticos afluírem em massa aos locais escolhidos para o encerramento das campanhas.
Nota de realce é a forma ordeira como decorreu a campanha, embora haja denúncias de pequenos incidentes aqui e acolá, envolvendo militantes dos dois maiores partidos políticos, o MPLA e a UNITA, que entretanto não mancham o processo.
Em muitas zonas de Luanda, como na Praça da Independência e em algumas ruas da cidade, pode ver-se bandeiras dos dois maiores partidos colocadas paralelamente, sem que, aparentemente isso incomodasse quem quer que seja, o que demonstra uma certa maturidade dos angolanos.
Cidadãos ouvidos pela Voz da América manifestam-se orgulhosos pela forma como decorreu a campanha.
«Democracia é isso mesmo. É a convivência na diferença. As mágoas da guerra começam a ficar para atrás. O que os angolanos querem agora é o desenvolvimento do país e isso passa pelo aprofundamento da democracia», afirmou um jovem de 28 anos quando o abordamos sobre o assunto.
Um outro jovem afirma que os angolanos estão a dar um exemplo de civismo ao continente.
«De princípio havia alguns receios, tendo em conta o que aconteceu em 1992. Agora penso que já não há razões para receios e vamos dar um exemplo em África.»
Os angolanos vão às urnas na sexta-feira, observando-se amanhã uma jornada de reflexão, não podendo os partidos realizar qualquer actividade política. Mais de oito milhões de cidadãos estão registados para estas eleições.
03 Sep 2008Último dia da campanha eleitoral agita Luanda VOA
O último dia da campanha eleitoral foi marcado, em Luanda, por uma agitação jamais vista desde o início da maratona política. A capital angolana despertou ao som das buzinas de viaturas que transportavam militantes de diferentes formações políticas para os locais de comícios, actividades escolhidas por alguns partidos para encerrarem a sua jornada de campanha.
Se a baixa de Luanda esteve mais ou menos calma, o mesmo não se pode dizer em relação aos bairros suburbanos, onde vive a maioria da população e onde grande parte dos partidos políticos direccionou a sua actividade de encerramento de campanha.
A tolerância de ponto decretada pelo Governo, permitiu aos militantes e simpatizantes dos partidos políticos afluírem em massa aos locais escolhidos para o encerramento das campanhas.
Nota de realce é a forma ordeira como decorreu a campanha, embora haja denúncias de pequenos incidentes aqui e acolá, envolvendo militantes dos dois maiores partidos políticos, o MPLA e a UNITA, que entretanto não mancham o processo.
Em muitas zonas de Luanda, como na Praça da Independência e em algumas ruas da cidade, pode ver-se bandeiras dos dois maiores partidos colocadas paralelamente, sem que, aparentemente isso incomodasse quem quer que seja, o que demonstra uma certa maturidade dos angolanos.
Cidadãos ouvidos pela Voz da América manifestam-se orgulhosos pela forma como decorreu a campanha.
«Democracia é isso mesmo. É a convivência na diferença. As mágoas da guerra começam a ficar para atrás. O que os angolanos querem agora é o desenvolvimento do país e isso passa pelo aprofundamento da democracia», afirmou um jovem de 28 anos quando o abordamos sobre o assunto.
Um outro jovem afirma que os angolanos estão a dar um exemplo de civismo ao continente.
«De princípio havia alguns receios, tendo em conta o que aconteceu em 1992. Agora penso que já não há razões para receios e vamos dar um exemplo em África.»
Os angolanos vão às urnas na sexta-feira, observando-se amanhã uma jornada de reflexão, não podendo os partidos realizar qualquer actividade política. Mais de oito milhões de cidadãos estão registados para estas eleições.
Fonte:VOA
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