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Depois de ter sido fortemente criticada o seu périplo pelo médio oriente e Europa, considerado como um luxo inspirado apenas em prazeres individuais e do seu staff, a primeira reaçao do senador foi de botar-se na procura de respostas a resolução do problema mais quente que os USA tem por se resolver, a crise economica.
Ontem o senador convocou emediatamente em Woshington um encontro com tres ex-ministros do tesoro, um ex-director da Federal Riserve, uns tantos homens entre os mais ricos da America e alguns responsaveis de sindicatos. Os nomes escolhidos e que fazem parte da famosa “Task Force” é portanto a indicação do orientamento político em matéria economica que Obama pretende definir. No meeting parteciparam, Robert Rubin, o tesoreiro de Bill Clinton que desenvolveo a teoria da abertura global dos mercados, e o seu sucessor Lawrence Summers que no momento de deixar o cargo em 2000, deixou impecável o balanço publico nas mãos do actual presidente George Bush. Coadjuvados a estes, Obama convocou o patrão das energias, Warren Buffett, e um dos esponentes da Google, Eric Shmidt, o ex-presidente da Fed Volker, e os lider de sindicatos apoiados pelos, ex-ministro do trabalho Robert Reich que aumentou o nivel dob salario minimo mas que tambem conduzio uma luta impopular para reconduzir ao trabalho aquele parte dos pobres que so sobreviviam contando com a assistência social. Obama precisa rever a énfase populista que até ao momento caracterizou os seus discursos eleitorais. O senador disse ser contra os tratados internacionais pela ambiguidade que apresentam, mas a presença conjunta de Rubin e de Reich faz suspeitar que Obama queira sobretudo proteger os trabalhadores americanos contra a ameaça que estes demostram a ocupação e aos salários. Obama pedio novos reemborsos fiscais para os americanos, onde inclui também uma taxa maior às familhas que constituem rendimentos superiores. Sempre neste propósito, Obama terá que avaliar a crise do país ameaçado de um deficit economico. Em todo caso, vença Obama o McCain, o proximo governo americano terá de enfrentar o handicap punitivo de uma enorme lacuna finanziaria, avaliada em cerca de 490 bilhoes de dolares, talmente grande que chega a condicionar as actividades presidencial dos proximos anos. fonte: F.P
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