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Segundo o vice-ministro das Relações Exteriores, Georges Chicoty, em declarações à imprensa angolana, o Conselho de Ministros da CPLP apreciou positivamente o relatório do Instituto Internacional de Língua Portuguesa (IILP), apesar das insuficiências financeiras.
| | |  | | Sessão do Conselho de Ministros da CPLP que aprovou a recondução da angolana Amélia Mingas à direcção do IILP | | | Sublinhou que foi notável o trabalho que ela realizou, mesmo com poucas condições.
Georges Chicoty declarou que os participantes congratularam-se com os esforços de Angola para a realização das eleições legislativas para cinco de Setembro e pela sua contribuição à pacificação em países da região, como o Zimbabwe, e no continente, em geral.
Informou que o acordo sobre cooperação consular entre os membros da comunidade vai ainda merecer "um aprimoramento" pelos sectores nacionais, tais como os assuntos jurídicos e consulares e o sector da migração para arrumar aspectos de interesse para Angola.
No encontro, Portugal foi eleito a presidência da CPLP para os próximos dois anos, e está a ser aventada a hipótese de Angola albergar a próxima cimeira, bem como foi enaltecido o desempenho dos órgãos cessantes por contribuírem para que a comunidade fosse visível no fórum internacional.
Foram ainda analisadas declarações e resoluções, como a que atribui o estatuto de observador à República do Senegal.
Os ministros aprovaram os projectos de Declaração de Lisboa e de "Declaração sobre a Língua Portuguesa: um património comum, um futuro global", a serem submetidas à VII Cimeira de Chefes de Estado e de Governo, a decorrer sexta-feira, com a presença do primeiro-ministro angolano, Fernando da Piedade Dias dos Santos, que representa o Presidente da República de Angola, José Eduardo dos Santos.
São países membros da CPLP Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste. Angop
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