| Angola: a revolução é enevitável, por Massunguna da Silva Pedro (Mpda) |
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| Escrito por : Cfr. no fim da pág | |
| 11-Jul-2008 | |
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Eram necessário dizasete anos para a organização das primeiras eleições legislativas e presidenciais em Angola, cujam resultados foram contestados pela maioria dos partidos políticos angolanos por razões fraudulentos. Isto é, as primeiras e as penúltimas aconteceram em Setembro de 1992, que tiveram como resultado o multipartidarismo temporário em Angola.. De facto, o optimismo e a esperança culminou apenas um ano nos corações dos angolanos. Depois da divulgação dos respectivos resultados, o nosso país vem mergulhar-se numa segunda guerra cívil sem meríto. Cuja esta, foi provocada certamente pelos camaradas do MPLA. Os angolanos bem poderiam evitar um tal banho de sangue, evitar os insultos, intimidações, arrestações-extrajudiciárias e prisões arbitrárias para seguirem o único caminho para a pacificação e a democratização de Angola, que é o caminho de paz duradoura e liberdade. Foi dificilmente chegar a um acordo entre os beligerantes do Sul como do Norte. Era preciso que Angola sacrificasse involontariamente milhões dos seus filhos para chegar a estes resultados. Foram assinados vários acordos do Sul, do Norte, do leste e do oeste, mesmo assim sem sucesso. Os dois elefantes manifestaram a sua gigantesca para demonstrar a sua potencialidade, afim de fazer sofrer as árvores e o capim. Alguns talvés compreenderam a razão que levou a morte do líder carismático da UNITA em particular e da África em geral Jonas M. SAVIMBI, mas dificilmente compreender a morte do prof. MFULUMPINGA Nlandu Victor , Presidente do PDP-ANA e membro do Conselho da República e tantos outros inocentes. Num país como Angola, com políticos analfabetos, criminosos e ignorantes da história contemporânea estamos longe de acreditarmos numa verdadeira paz, com a presença dos tais criminosos e corruptos de nacionalidades insertas. Como prova, acho que cada um de nós apreciou a brincadeirinha da lista apresentada pelos inimigos da nação. QUEM CONHECE QUEM...? Quando num país, a liberdade de expressão torna o inimigo princípal, ainda com as mesmas figuras, este só terá como a única alternativa a mudança que transborda a ordem estabelecida pela ditadura. Só poderemos acreditar realmente numa verdadeira mudança, com a aproximação das eleições legislativas anunciadas depois de dizaseis anos de guerra cívil e só com as aspirações puramente patriotícas capazes de transcender a situação e proporcionar um programa que garante a descentralização e o retorno do poder ao povo angolano. E cujo este direito, acaberá ao povo de eleger livremente e democraticamente os seus dirigentes para a futura legislatura. Caso isto não vir acontecer, então podem creer numa Revolução ROMÉNIANGO, capaz de derrubar o regime e a ditadura em Angola. Porque a revolução é uma mudança importante na vida de um povo. Estas mudanças têm haver bem também com aspectos sociais ou políticos que os aspectos económicos ou tecnícos. REVOLUÇÕES POLÍTICAS E SOCIAIS As revoluções políticas caracterizem numa mudança radical de personalidade política e muito mais das instituições, no facto duma intervensão popular. As revoluções sociais se caracterizem pelas vastas mudanças de hierarquias sociais no facto duma reacção popular ou duma parte desta, contra a ordem estabelecida, como da República de Angola. Estas intervensões acompanham-se na maioria de casos, duma utilização da violência (ou ao contrário, pode tratar-se de um conflito não-violento). Portanto, o exemplo do caso, após as revoluções russias e francesas (com o “terror”). Ele termina não somente quando os seus protagonistas tinham deixado a cena política, mas sim, depois dos seus sucessores conseguissem a impôr a sua versão revista e corrigidas da história. Neste sentido, a revolução francesa teve exítos globavelmente apesar do abandono do calendário republicano enquanto que a revolução russa tinha implodida em 1991. Caros compatriotas, REVOLUÇÕES NACIONAIS 1ª Revolução Nicolae Ceauşescu Aceitar é ser complice, renunciar é tornar resistente, é riscar a fortuna e a morte. É pois uma dessas situações limitem ou os desejos podem somente ser autênticos. A Liberdade não se pode medir nas situações sem risco, mas naquelas onde a nossa responsabilidade e as suas consequências são plenamente engajadas. O homem é condenado de ser livre. O existentralismo é u humanismo. A liberdade do homem é absoluta e a única coisa que nós não podemos fazer, é de não deixar ser livre. Não existe outra aventura possível na necessidade da nossa escolha, pois não é escolher é.- Escolher para não escolher. É o homem que define, o que ele deseja, aquilo que quer ser sem ser tributário duma natureza que lhe existerá antes. A DEMOCRACIA É O ESFORÇO PERPETUÁRIO DOS GOVERNOS CONTRA OS ABUSOS DO PODER TODO POVO QUE ADORMECE EM LIBERDADE ACORDERA-SE EM SERVITUDE O Vosso irmão Massunguna da Silva Pedro Fonte: www.mpda.e-monsite.com Marque como favorito Bookmark
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