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Angola Xyami - Notícias de Angola, de África e do Mundo 24Horas

Jonas Savimbi foi o pior inimigo de si próprio, por Sousa Jamba Imprimir e-mail
Escrito por : Cfr. no fim da pág   
21-Mai-2008

Jonas Savimbi era um homem altamente complexo e cheio de contradições. Gostava muito de livros e da educação, mas matou muitos intelectuais que divergiram dele. Afirmava ser um lutador pela democracia e pela economia livre, mas criou escolas para quadros, onde eu próprio me licenciei, que ensinavam o maoismo. Dizia-se um democrata, mas não tolerava as críticas. Para alguns angolanos, Savimbi é a encarnação do diabo; para outros, é um dos líderes mais inteligentes, mais determinados e mais corajosos que Angola teve até hoje. Qual será, então, a verdade?

A vida de Savimbi dividiu-se em três fases.
Na fase inicial foi um produto do sistema colonial português

A vida de Jonas Savimbi pode ser dividida em três fases: o Savimbi da etapa inicial, o Savimbi da etapa intermédia e o Savimbi da etapa final. O da etapa inicial foi um produto do sistema colonial português. Nasceu em 1934 em Munhango, estação da linha de caminho-de-ferro de Benguela, onde o pai era chefe de estação - na época, um lugar impressionante para um africano. Savimbi sofreu a humilhação por que passaram muitos negros angolanos, inteligentes e ambiciosos. Tinha antipatia pelos «assimilados» e por alguns mulatos que faziam então parte da classe privilegiada. (Mais tarde, Savimbi iria atenuar a sua hostilidade em relação aos brancos, criando grandes amizades com alguns deles).

Em finais dos anos 50 obteve uma bolsa de estudo para Lisboa a fim de estudar Medicina, mas, depois de muitas perseguições movidas pelas autoridades portuguesas, fugiu para a Suíça onde estudou Ciências Políticas. Voltou para África, aderiu à FNLA e tornou-se seu secretário para os Assuntos Externos. Viajou por todo o mundo e estabeleceu ligações com muitos nacionalistas africanos incluindo Jomo Kenyata, do Quénia, e o falecido Felix Houphouêt-Boigny, da Costa do Marfim. Savimbi foi para a China, onde conheceu o Presidente Mão, e adoptou a revolução chinesa como modelo.

Regressou clandestinamente a Angola e, em Dezembro de 1966, levou a cabo o primeiro ataque, em Luau, na província do Moxico. Em 1974, por ocasião da revolução em Lisboa que derrubou o regime colonial fascista, a UNITA, de Savimbi tornou-se num dos três movimentos de libertação que competiram entre si pelo apoio dos angolanos. Os outros dois eram a FNLA e o MPLA. O MPLA seria o vencedor da guerra civil que se seguiu à partida dos portugueses.

O Savimbi da etapa intermédia vai de 1975, quando os apoiantes da UNITA foram forçados a fugir das cidades para o mato, até 1983, quando, com a ajuda dos americanos e dos sul-africanos, o movimento atingiu o seu apogeu. O Savimbi da etapa intermédia era carismático, eficiente e amado pelos seus colaboradores mais próximos.

Sem Savimbi a UNITA teria desaparecido nessa altura. Savimbi conseguiu, habilmente, atrair muitos professores, enfermeiros, mecânicos e burocratas, que vinham das terras altas centrais para o mato a fim de participarem na administração dos territórios que controlava e que, a certa altura, abrangiam grande parte do território de Angola. O Savimbi da etapa intermédia falava em nome dos angolanos pobres que sempre tinham sido marginalizados.

Milhares de jovens, especialmente do grupo étnico ovimbundo, viam em Savimbi um pai adoptivo. Aqui estava, finalmente, um homem que infundia respeito em alguns círculos internacionais e que também sabia relacionar-se com os mais humildes camponeses angolanos.

Savimbi era igualmente eficiente a descobrir e a estimular talentos. As figuras que estavam nas posições cruciais subiam não através de nepotismo, mas sim pela sua competência. Se este Savimbi tivesse sido Presidente de Angola, o país teria tido uma história mais risonha. Contudo, o Savimbi da etapa intermédia começou a manifestar características que o haviam de marcar até ao fim da vida matando opositores políticos, por vezes por razões infundadas. Este Savimbi começou a ver-se como a encarnação da causa da UNITA e permitiu que um culto da personalidade se desenvolvesse à sua volta. Os músicos só podiam cantar canções em seu louvor; outros podiam escrever poemas desde que tivessem uma estrofe de glorificação do líder. Este culto foi estimulado por informadores ansiosos de estar nas boas graças do líder. Alguns deles viriam, mais tarde, a passar-se para o lado governamental.

O Savimbi da etapa intermédia também começou a abandonar qualquer ideia de liderança colectiva para o movimento. O destacado secretário para os Assuntos Externos, Orneias Sangumba, foi morto por ser alegadamente um agente da CIA. Apesar das ligações estreitas que acabou por estabelecer com americanos e sul-africanos, Savimbi nutria uma grande desconfiança em relação à CIA. Nessa altura, o então chefe do Estado Maior, Waldemar Chindondo, militar distinto que foi um dos primeiros oficiais negros do Exército português, foi igualmente morto devido a acusações infundadas. Kashaka Va-kulukuta, anteriormente um colaborador muito próximo de Savimbi, foi metido numa prisão e acabou por morrer de doença. Segundo a direcção do movimento - a qual toda a gente tinha de aceitar - figuras como Sangumba estavam numa qualquer região remota do território controlado pela UNITA. Mas era uma grande mentira.

A mentira, especialmente aos órgãos de informação internacionais, era possível porque Savimbi tinha o controlo completo do movimento. Tudo o que os seus seguidores faziam devia depender do facto de serem ou não leais à sua causa. A UNITA não tardou a desenvolver uma intrincada rede de informadores que reportavam sempre ao líder. Ele sabia tudo - pelo menos era isso o que as pessoas pensavam.

Em 1990, Savimbi entrou em litígio com Tito Chingunji, o seu secretário para Assuntos Externos, um homem igualmente brilhante, acusando-o de se ter tornado demasiado próximo dos americanos. Apesar de todas as suas qualidades, é difícil perdoar Savimbi pelo modo como se vingou da família de Chingunji: os outros três irmãos de Tito e os seus filhos foram executados.

Savimbi devia pensar que ia ganhar as eleições de 1992 e realizar o sonho da sua vida de ser Presidente de Angola, e que todos aqueles que ele tinha matado seriam esquecidos. Mas não foi isso o que aconteceu. A UNITA perdeu as eleições, disse que os resultados tinham sido fraudulentos e Savimbi e os seus colegas voltaram a pegar nas armas. Este período, desde 1992 até à sua morte, marca o Savimbi da etapa final.

ImageO Savimbi da etapa final nunca se poderia ter adaptado a uma sociedade digna e com regras. Tratava-se de um Savimbi cuja única motivação era o poder e o controlo absoluto. Este Savimbi tinha pouco respeito ou consideração por aqueles que lhe estavam próximos - incluindo as suas mulheres e amantes. É um segredo por todos conhecido que Savimbi tinha uma intrincada vida doméstica. Os filhos tinham de lutar entre si para atrair a atenção paternal. Oficialmente tinha uma mulher, Ana Paulino, mas também uma série de amantes; estas teriam sortes diversas, tais como os membros do seu gabinete ou do alto comando. O círculo íntimo de Savimbi era como uma corte medieval: os cortesãos disputavam entre si influência e poder (principalmente para serem ouvidos pelo «rei») através de intrigas.

O Savimbi da etapa final também sabia lançar as famílias mais influentes umas contra as outras, através do seu sistema clientelar. Jonas Savimbi nunca se interessava pelo dinheiro em si. Isto talvez derivasse da sua educação de protestante. Contudo, estava mais interessado no poder do que naquilo que o dinheiro poderia dar a alguém. Um dos fracassos da UNITA foi o de ser um movimento cujo líder tinha ilusões de vir a governar um Estado. Ainda me recordo dos tempos em que os líderes da UNITA diziam que esta tinha tanto dinheiro que dava para envergonhar o tesouro de muitos países africanos. O próprio Savimbi gabou-se um dia numa entrevista que havia africanos que vinham ter com ele para lhe pedirem lições de economia. (Quem recusaria tais lições se, no fim, lhes era entregue um envelope com alguns diamantes?).

O Savimbi da segunda fase, a do apogeu, era carismática, eficiente e amado pelos mais próximos

Claro que ninguém se atrevia a dizer que este tipo de comportamento não era digno de um líder. (Alguns dos comandantes mais jovens de Savimbi começaram a imitá-lo e acabaram por ter uma série de mulheres e filhos, alguns dos quais vivem agora em condições terríveis nos campos de refugiados na Zâmbia). É chocante como estes jovens comandantes começaram a imitar Savimbi em todos os aspectos - incluindo o modo como ele andava, falava ou dançava. Era estranho, por exemplo, ver um grupo de homens na casa dos vinte anos, todos calçando botas mexicanas iguais porque era assim que o líder gostava. Também começaram a copiar a sua inflexibilidade e tendência para personalizar todos os problemas.

É verdade que, depois de 1992, o Governo angolano tratou mal os apoiantes da UNITA em Luanda tendo sido assassinadas pessoas inocentes das etnias ovimbundo e kinkongo, apenas em consequência das suas origens. Contudo, depois de ambos os lados terem aceite, no acordo de Lusaka, que o caminho para a frente era a reconciliação, a importância que estava a ser dada ao estatuto do Dr. Savimbi fez passar para segundo plano o verdadeiro problema. Houve então momentos em que pareceu que a UNITA tinha estado no mato unicamente para dar um posto importante a Jonas Savimbi em Angola.

O Savimbi da etapa final era impiedoso e estava pronto a sacrificar centenas de vidas pela sua causa. Savimbi queria, acima de tudo, estar no comando - e este desejo de um controlo total tinha atingido proporções patológicas. Era também altamente caprichoso - e, face a diversos reveses militares, começou a assacar todas as culpas aos seus comandantes.
Cientes do futuro que lhes estava reservado, muitos deles acabaram por desertar para as fileiras do Governo, onde eram devidamente recompensados compostos aliciantes. Muitas famílias importantes da etnia ovimbundo, a maior de Angola, confiavam em Savimbi e entregavam-lhe os seus filhos. Por ocasião da sua morte, muitos destes falaram mal dele. Muitos perceberam que Savimbi queria implantar um estado totalitário em Angola. Não foi o Governo angolano enquanto tal que destruiu o falecido líder da UNITA; Jonas Savimbi foi o pior inimigo de si próprio. Isto explica a estranha apreensão da elite governamental de Angola na sequência da morte de Savimbi: agora que o papão nacional desapareceu eles terão de provar do que são capazes. Por exemplo, será que vão continuar a desviar a riqueza da nação para contas em bancos estrangeiros, será que vai haver uma verdadeira democracia nos assuntos do Estado?

O Savimbi da última fase nunca poderia ter-se adaptado a uma sociedade digna e com regras

Mas como é que Savimbi, o nacionalista empenhado, se transformou num potencial ditador africano? Há muitos anos que, como ovimbundo que sou, me interrogo como foi possível que uma pessoa que eu tanto admirei se tivesse transformado numa de quem me envergonho de dizer que fui colaborador.
Ninguém duvida de que era um homem extremamente inteligente, cuja capacidade de trabalho e boa memória o colocaram acima dos outros. Trabalhei durante pouco tempo como tradutor no gabinete de Savimbi - e não hesito em dizer que ele foi uma das pessoas mais brilhantes que conheci. Foi também muito corajoso até ao fim. Foi isto, inevitavelmente, que levou muitas pessoas - especialmente da etnia ovimbundo, a maior de Angola - a segui-lo. Contudo, ultimamente, muitos ovimbundos começaram a perder a fé nele. Isto não significa que tenham agora começado a aceitar a cleptocracia de Luanda - . com as suas passagens de modelos e sumptuosas mansões em Palm Beach contrastando com tanta miséria. O que acontece é que tinham seguido um líder com muitos defeitos e que lhes estava a sair demasiado caro.

Jonas Savimbi tinha profetizado em diversas ocasiões a sua morte. Num discurso na Jamba, então o quartel-general da UNITA no leste de Angola, disse que iria morrer de morte violenta. Em vida, Savimbi já se tinha tornado numa lenda. Na morte, poderá, para muitos dos seus ardentes apoiantes, tornar-se no perfeito mártir. Tanto a UNITA como o MPLA têm heróis - alguns são uma pura criação dos departamentos de propaganda - que disseram terem posto o interesse colectivo acima dos seus interesses individuais. No entanto, todos concordam que Savimbi se manteve fiel aos seus princípios - ou seja, a conquista do poder - até ao último momento. Não parou de disparar mesmo depois de sete balas se terem alojado no seu corpo.

Fonte: Sousa Jamba* escritor angolano

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Comentários (11)Add Comment
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escrito por Aquino Rasta, Dezembro 26, 2011
Savimbe lutava por aquilo que acreditava, a tomada de posse de Antonio Agostinho Neto a presidencia de Angola não foi de certa forma democratica, após a morte do Agostinho Neto não foi feito eleições presidencias, e isso despoletou revolta entre os partidos politicos (UNITA e FNLA), desde 1975 até 2011 axo que as pessoas tem mais ou menos a noçãoda real historia do pais, não as historias contadas pelo MPLA, em 1992 a quando da realização das eleições, o MPLA ganhou as eleições por pura fraude e o quadro repetiu-se nas eleições passadas, as urnas pernoitaram nas casas do xefe de delegação, postos de votos não abriram e se abriram, abriram muito tarde, e as urnas ja la tinham votos...
em Angola a democracia é castanha, o presidente da republica diz m***a (A pobreza em Angola não é culpa dele) é culpa de quem vemos o eerriquecimnto dos seus filhos e aliados, seus ignorantes abrem os olhos pra vida...
realmente savimbe errou em 1992 em não aceitar a vice-presidencia, ai foi o principio do fim da UNITA, eu sou angolano e não tenho nenhum partido politico...
mais tambem não sou hipocrita, a realidade esta diante de nós.
paz e amor a todos. JAH LIVE smilies/cheesy.gif
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escrito por odarom, Fevereiro 15, 2011
Meus caros,

O poder é como uma droga. Só os inteligentes o alcançam. Tudo começa por boas causas, mas como a droga rapidamente se torna viciante e faz com que se perca a noção da realidade. O culto da propria imagem leva à desconfiança dos que são proximos e a criar inimigos em todos aqueles que por razões realistas não concordam com o lider. Este modo de proceder é sintomático de todos os lideres, na ansia do poder. Aconteceu no passado com imperadores Romanos, aconteceu com Adolfo Hitler, com Stalin, com Oliveira Salazar, Mao Tse-tung e acontece com todos os politicos da actualidade, nenhum quer perder o poder, com mais ou menos democacracia. Pouco foram os que não usaram a violencia como meio de alcansar o poder. Esses são dos poucos abençoados que tiveram a friesa de não se deixar inebriar pelo poder, como melhor exemplo temos Nelson Mandela, Mahatma Gandi. Não se pode culpar os Portugueses das atitudes do Dr. Jonas Savimbi pois é um insulto à sua inteligencia, ele sabia bem o que queria. Esta questão é maior que o branco ou o preto.
Não conheço pormenores da vida do Dr. Jonas Savimbi. A imagem que tenho dele com excepção dos pormenores, coincide na inteireza com esta descrição biografica. Ele será sempre um heroi Angolano e não só, muitos Portugueses tambem assim o consideram.
Gostei Muito deste artigo biografico que certamente fará parte da história de Angola. Gostar ou não gostar do Dr. Jonas Savimbi pouco importa. Contar a História é o mais importante legado para as futuras gerações perceberem a razão de uma tão longa e impiadosa gerra civil.
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escrito por LOURENÇO, Fevereiro 01, 2011
oi meu caro, savimbe grande lider, como todos lideres ñ agradão todos, savimbe enquanto vivo foi um exemplo para muita gente, sinceramente eu quando tinha meus 10 anos encultaram na minha mente q savimbe e santanaz savimbe e diabo, savimbe e isto e aquilo ñ falo só de me mas de quase toda minha geraçã, isto porq os governantes nos fizeram acreditar q ele era assim.........hj só homem e vos digo politica e a m***a mas suja do mundo....................viva Angola viva todos os lideres q lutaram pelo nosos país.
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escrito por jose lopes paulino, Janeiro 18, 2011
Gostei imenso aprendi certas coisa que nao sabia.
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escrito por Camila, Setembro 19, 2010
Olá,

Eu tenho um seminário sobre a Guerra Civil de Angola, e este artigo me ajudou muito, pois não encontrava lugar algum que falasse desta forma sobre o Savimbi. smilies/smiley.gif

Abraços,
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escrito por Lemi kilmster, Julho 16, 2009
Olha irmãos, já perceberam que com o general Savimbi não foi diferente? Quando estava à estudar, sofreu na pele a discriminação, perseguição politica e etc.
O fato é o seguinte, ele fora também excluso por conta da sua cútis ser negra. Agora veja bem: Por Portugueses .
Sou Brasileiro e de cor branca, más não gosto do regime portugues de colonisação.Só disgraçou nosso país, como uma núvem de garfanhotos que sugam o que tem de melhor na nação alheia e ainda discrriminam seus patiotas.
Falo isso por que todos adoram falar de todos homens que compraram a causa para sí. Temos Adolf Hitler.Jonas Savimbi,Che Guevara,Abimael Gusman,Milosevich Eslobodan,no brasil, Luis carlos Prestes e por aí todos foram espurgados do sistema.
Acho fascinante a ideia desses homens serem reconheciddos como mártin de libertação.
E desde o início dos tempos nós nos vemos envolvidos por guerras criadas por Norte Americanos, os quais só acabaram de dsegraçar nosso mundo. Olhe o Oriente Médio, Omundo Árabe , Olhe o que Bushi pai fez com Sadan Husein .Lembram da guerra do Golfo, BUshi pai não conseguio destituir Sadan, matá-lo e tomar o petróleo. Semdo assim, com muito esforço, conseguio dar suscetividade a sua íra que passou a ser pessola e conseguindo em solo americano matar Sadan na maior covardia.
E ainda tem jente que quer falar do então falecido general Jonas Savimbi.
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escrito por Manuel Armando da Costa Ekuikui, Junho 28, 2009
Eu acho que, a revoluçao nao come capim, nao existe no universo nenhum lider que tenha feito revoluçao nao matou.
nao que consider normal, mas é natural. o Dr. o Savimbi nao lutou sozinho, teve um adeversario, dos dois lados ouve morte.
O que acontece hoje é que o lado do Dr. Savimbi ficou fragilizado, fruto da desonestidade dos seus colabores .
que hoje querem a todo custo expor o lado negativo do Dr. Savimbi,o q nao acontece com o outro lado.
por outro lado gostaria de dizer que a Historia nao vai mentir, a historia vai dizer a verdade.acho ainda cedo para se falar em Angola dos feitos do Dr. Savimbi.
Se Angola negar-lhe a coroa de Heroi!!! A Africa e o mundo o vao coroar, pelos seus feitos.
Quem quizer falar da historia de Angola, de Africa e do Universo em geral, querendo ou nao ha-de falar do Dr. Savimbi.
Na pagina mais bela do continente Berco esta o nome de Jonas Savimbi, Em ponto grande, onde constam nomes de lideres como: Leopold Sedar Senghor, Nasser, Kwame Kruma, Bhoiny, Jomo Kenyata.
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escrito por bbbbbrrrrr, Janeiro 08, 2009
esse sousa jamba é um m***a, fala porcaria
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escrito por L.A, Julho 22, 2008
Matou muita gente esse foi o grande erro mais é isso q acontece hj em dia o poder faz a cabeça do ser humano.....tds os lideres matam pk q vamos criticar um se muito deles fazem ele pelo menos fazia e dizia q fez msm sendo um erro gravissimo e os outros fazem e mostram-se uns grandas santos páh mais foi um grande homem cm coragem e tinha um poder de decisão impressionante formou grandes homens e nunca foi escravo do dinheiro e nem comia sozinho partilhava sempre cm os seus maninhos pk muitos deles estudaram fora e qm custiava era ele tinha um lado bom e tinha um lado muito mau não tolerava mentiras.....
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escrito por Manecas da Lunda-Sul, Julho 21, 2008
Lamento bastante com a morte do meu Auto-Comandante de todos Angolanos
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escrito por Costa, Julho 07, 2008
Foi a primeira vez que li um artigo coerente sobre Jonas Savimbi. Como angolano acho que savimbi faz parte da nossa historia assim como Agostinho Neto e Holden Roberto e deviamos aprender mais sobre estes angolanos. Entender o que movia estes homens e as suas tecnicas de lideranca, talvez a conjugacao das tres tacticas resulte naquilo que precisamos para Angola.
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