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A criação da OMA nasceu com objectivo de consciencializar as mulheres na altura que já participaram dês da clandestinidade ao lado dos homens com o objectivo de libertamos os Angolanos

O Sra. é uma das militantes do partido no poder e combateu ao lado do primeiro presidente de Angola Dr. António Agostinho Neto, para libertação de Angola, Qual é a história da OMA e seus objectivos?
A criação da OMA nasceu com objectivo de consciencializar as mulheres na altura que já participaram dês da clandestinidade ao lado dos homens com o objectivo de libertamos os Angolanos, homens e mulheres do julgo do sistema colonial, nesta altura as mulheres algumas tinha consciência e participaram lado a lado junto da politica dos homens, em 1961 inicia a luta armada e nesta altura houve a necessidade de grupos angolanos irem se refugiando nos país vizinhos, estas famílias que se encontravam nós país vizinhos concretamente o és Congo Belga que é hoje DRC só lá é que se poderia fazer este um trabalho mais concreto porque no interior de Angola havia os perigos das perseguições, prisões, que dificultava o nosso trabalho. Assim que a luta armada iniciou algumas das famílias refugiam-se para as fontes iras, e as famílias que já ali se encontravam recebiam as outras famílias estas famílias refugiam-se durante a perseguição politica nos anos 1950, estas famílias já estavam mais ou menos enraizadas e 1961 quando iniciou a guerra foram recebendo os grupos de famílias refugiados. Criou-se uma associação inicial que tinha como objectivo os grupos de famílias que viam carenciadas e refugiadas da guerra de luta armada que tinha começado em Angola, é dali que nasceu a OMA era o grupo de mulheres que recebiam outras mulheres com filhos e marido e outras sem maridos tinham que dar sua ajuda para conduzir estas famílias e elas juntaram para dar apoia social, desde alimentação, roupa, levar ao centros de saúde que ali existia para os refugiados, estas mulheres a uma dada altura muitas delas eram militantes do MLPA nas fonte iras e assim acharam que invés de criar uma associação que pode-se de mostrar solidariedade com as outras mulheres, iam então criar uma organização de mulheres para também fazerem uma politica das suas revindicações como mulher na sociedade.
Os objectivos são sempre os mesmos?
O objectivo se tornou mais amplo, no âmbito politico é assim que nasceu 1962 a organização da mulher Angolana criou-se os objectivos da luta pelos direitos da mulher para a sua emancipação, luta para a educação da própria mulher de maneira ater um enquadramento junto da sociedade e participando directamente com os homens, concretamente o objectivo era consciencializar a mulher no sentido dela poder ser útil, prestável em trabalhos concretos com os homens na luta comum que era a independência de Angola, desta maneira podíamos fazer evoluir a mulher no sentido dela saber ate que ponto ela tinha o seu valor, e também consciencializar os homens a necessidade de considerar que a mulher é um companheira e é também membro da sociedade que tem seus direitos como mulher e como ser humano, logo teria que se considerar da mesma maneira e que antes a mulher era vista como elemento secundário na sociedade, verificava-se que existia uma dupla discriminação da mulher perante o colonialismo português com os homens e mulheres, também era discriminada no próprio seio social, havia esta necessidade de chamar atenção da mulher nesta luta para que ela seja também reconhecida na sociedade, e consciencializar ao mesmo tempo os homens de que a mulher faz parte da sua comunidade como companheira e não escrava da sociedade, e ao longo da luta de libertação a mulher consegui puxar pela mulher por exemplo, a necessidade da instrução através da alfabetização o aconselhamento para que ela pode-se evoluir mais fazendo a continuação dos seus estudos para poder ter um lugar de destaque e reconhecimento na sociedade, durante a luta de libertação a mulher foi obrigada com a necessidade de se defender ela também foi enquadrada em grupos de defesa das comunidades, aprendendo a treinar e manusear arma em defesa para salvaguardar as crianças e os idosos nos lugares de refúgios, tinha de haver o conhecimento do manuseamento de arma para a sua defesa, e quando necessários senhoras mais livres iam afrente de combate com os seus companheiro de mostrando assim que a mulher tinha a mesma capacidade de fazer as mesmas coisas que os homens são capazes de fazer, participação para a luta de libertação nacional ate a independência.
A pois a independência as necessidades já eram acrescida saímos de uma luta de guerrilha, a OMA na altura era um grupos pequenos que se encontravam juntos das nossa unidades de guerrilha e das zonas de guerrilhas, a pois a independência ela se generalizou por todas as províncias, hoje temos as estruturas da organização emplatada desda província, município, comuna, povoação, e aldeia temos pessoas neste lugares que respondem para os objectivos da OMA, existem centro em todos estes locais. Houve em 1990 a necessidade a pois uma dada altura de fazer abertura depois do conflito armado de acabar com a guerra e trazer a paz e reconselhação nacional, logo partidos que antes estavam de fora teriam de conviver enconjunto, alguns estes partidos também tinham organização feminina, já não era o tempo do partido único, mais sim o multipartidarismo, e a organização da mulher Angola tinha de saber conviver com estas outras organiza coes.
Estas a se referir os partidos estrangeiros?
Não a partidos políticos Angolanos, o nosso trabalho a uma dada altura teve uma certa fragilidade, mais depois consegui se a segurar houve dois congresso e no terceiro congresso conseguiu-se consolidar a organização em 1999 retomou-se a dinâmica, de forca que a organização sempre exerceu ao longo do pais começamos outra vez a reactivar os nossos centros desde 1999 ate agora houve um aumento na organização no ano de 1999 éramos 9.000.000 no decore dos 5 anos. Temos 1. 500.000 Membro há sempre mulheres enteresadas em engrenar na organização. A organização nasceu em 1962 e hoje estamos em 2005 a organização tem 43 anos, e a organização mais antiga das mulheres e é de âmbito social a OMA a tinge todos os estratos sociais, somo uma organização para mulher Angola não nos importamos com a filiação partidária, o que nos importa e trabalhar com as mulheres que tenha a necessidade do apoio da nossa organização. Ela e uma organização social do MPLA e o MPLA e forca politica que dirigiu o país, e ao dirigir o país não dirigiu semente os seus militantes mais todo povo Angolano e suas politicam que foram feitas socioeconómica, e cultural, que correspondem com as necessidades das populações.
Há uma ideia de quantas mulheres existem no MPLA e em Angola?
50% dos militantes do MPLA são mulheres.
Existe representação do MPLA no estrangeiro?
Temos militante que se encontram a viver na diáspora, e que se organizam as vezes, temos representação do MPLA e sem sombra de dúvida encontra-se mulheres da OMA neste ceio, existe representação da OMA em Portugal, Franca, England e sobre tudo nos países africanos como na Zâmbia, DRC, Zimbabué, Tanzânia.
Existe cooperação similar com organizações estrangeiras?
Temos sim cooperação com algumas organizações estrangeiras, a OMA nasceu antes da organização panafricana das mulheres, 1962 durante a luta. Somos membros de alguns grupos.
Qual e a data de celebração de seu aniversario?
A OMA foi criado em 1962, esta a ser estudado porque quando se criou não se levou inconsideração o registro do dia, sabemos o mês e o ano mais, desconhecemos o dia.
Nos comemoramos no dia 2 de marco, porque neste dia no ano de 1967 foram presas 5 mulheres que iam reforçar um grupo de guerrilheiros durante a luta de libertação, na fronteira entre Angola e Zaire, por um movimento que era Angolano, ficaram 3 anos presas e depois foram fuziladas por questões tribais e políticos. Então dali foi intitulado o dia da mulher Angolana, achamos que estas heroínas não eram na altura para a luta para o MPLA mais sim para povo Angolano.
Entremos de liderança de mulheres no top da governação existe entre elas mulheres da OMA?
Neste momento infelizmente está reduzido temos actualmente duas mulheres como ministras, nos ministérios do planeamento e no ministério da família e promoção da mulher, já houve mais. No congresso do partido MPLA e da nossa organização fizeram este apelo somos uma organização que fazemos advocacia e exigimos, houve uma diminuição e não houve uma reposição de mais mulheres nos órgão executivo e de decisão politica do meu partido. Houve um aumento de 67,4% no congresso anterior era 16% agora subimos 27,4% quase 30 % a nível das províncias na representatividade politica alcançamos 50% mais a nível central, estamos em 27%.
Várias mulheres sofrem violência no lar por parte do marido, quantas mulheres recorem mensalmente a OMA?
Este e um dos casos quentes, sobre estas questões tendo em conta situações que o pais viveu, se fizermos uma analise o pais esta partido saio de uma guerra consecutiva de 44 anos, desde 1961 a luta de libertação nacional, 14 anos de luta para libertação nacional houve algumas destruições 30 mais 14 são 44 anos de guerras hora as famílias foram ficando necessitadas sempre e cada vez mais hoje resultado da guerra, temos muitas
viúvas, órfão e deficientes e sem sobra de duvida a famílias desintegradas isto troce carência, os homens sente-se fragilizados financeiramente e a mulher mais frágil porque em todo este tempo nunca teve condições económica garantida ao longo da vida. Nós pensávamos com a independência traria a condição do reconhecimento da mulher e dar o empowerment da mulher no aspecto económico e financeiro, nunca chegou a este ponto de ser uma realidade, então com a guerra as mulheres ficaram cada vez mais pobres com famílias para sustentar. Elas aprenderam a encontra uma forma de luta para a sua sobrevivência, no ano de 1990 não havia mulheres pelas ruas a venderem, não havia também crianças nas ruas as pedirem esmolas e em condições de subnutrição, como se
verifica agora. Porque o pouco que se produzia com dificuldade por causa da guerra não se podia explorar tudo mais se podia dar uma nutrição razoável, não havia a àquela qualidade nenhuma aquela vontade conforme cada um quisesse, mais havia uma satisfação racional das necessidade das populações, isto tudo tira o poder do marido pela mulher com uma estabilidade razoável.
Hoje o homens não tem poder económica e a luta pelo emprego, com a paralisada das escolas em muitas províncias as formações ficaram cortadas, as pessoas ficaram encapacitadas de continuar os estudos todos estes factores contribuem para a violência no lar, também existe um complexo e a própria guerra causou estabilidade emocional, moral perde o humanismo e determinados aspectos que antes eram natural. Logo vive uma vida de stress permanente e perdeu também a paciência, e o marido contra a mulher, o filho contra a mãe ou vise versa hoje existem também mulheres agressivas porque são agredida pela própria sociedade pela sua condição de mulher e também o seu marido, que nem quer saber se esta mulher voltou cansada das suas actividades na luta do ganha-pão.
Em muitos casos os maridos não trabalham e a mulher vai trabalhar e ainda muitas das vezes pensa que a mulher foi desonesta para com ele, e exigiu que a mulher a satisfazer as suas necessidades quando ele não satisfaz as necessidades da sua mulher. São muitos os pobremas que os homens enfrentam porque não tiveram uma educaocao boa por não terem oportunidade de estudar, e forçosamente defender a pátria por ali perdeu metade de sua juventude ou parte de sua vida como militar, e ao sair da tropa tem fragilidade e não tem possibilidade mais tem família para cuidar ou sustentar mais não tem aquele poder.
Mais com a paz que temos a 5 anos felizmente a organização tem trabalhado muito para consciencialização as nossas mulheres na preservação da paz e reconciliação nacional. A mulher e a educadora da sociedade, logo ela começa a educar os filhos e a toda família no espírito de ponderação, no espírito da necessidade da reconselhação nacional, o perdão ao próximo porque tivemos muitas guerras agora e tempo de esquecer e tocar para frente desenvolvimento do país, vamos reconstruir o pais e ali temos que estar presente todos, homens, mulheres, crianças, idosos seja ele homens ou mulher. A traz de um grande homens esta sempre uma grande mulher, este homens faz o que faz graças muitas vezes a facilidade de manobra que a mulher tem para que haja uma gestão dentro da família que possibilita este grande homens apresentar grandes trabalhos, a mulher e a harmonizadora quando ocorre um desequilíbrio entre os dois será a mulher a mais ponderada conseguir
encontrar formar de acalmar e encontrar o entendimento com palavras carinhosas como, meu amor e ela consegue trazer harmonia e paz numa sociedade, a paz tem que partir primeiro da família e depois para a sociedade por este motivo não podemos colocar a mulher de parte dos temas das diversão situações politicas e económicas para o desenvolvimento. Porque temos muitos para contribuir e ajudar na construção da nação e isto satisfaz a própria mulher, tem de haver programas para que a mulher se sinta livre e duplamente ocupada, lógico a mulher ficara sempre dependente em todos os aspectos de seu companheiro, mais a luta que a organização tem feito e eu penso que não e só a OMA mais hoje em dia a um envolvimento geral a nível nacional e a nível internacional da luta para o reconhecimento dos direitos da mulher para que ela também possa dar a comparticipação em toda vida da humanidade.
Eu gostaria de dizer que por exemplo com relação o que diz a vossa carta concretamente sobre o intercambio e investimento estrangeiro e para nos um motivo de satisfação e de grande esperança sobre tudo para que Angola com os seus componentes, homens e mulheres tiveram sempre limitações sobre governação, limitações sobre gestão de qualquer coisa. Depois tivemos 14 anos de luta e 30 anos de instabilidade as metas nunca eram suficientemente executadas por causa do conflito armado. Então houve uma governação de gestão orientada que permitia que toda a populacao tive-se o razoável, por um único parido. Nos não temos tradição de gestão comercial económica. Nos estamos agora numa era, de economia livre de mercado para nos este é uma nova escola que temos de a prender, seja homens ou mulheres mais principalmente as mulheres, por serem sempre as mais descriminadas em termos de capacidade económica e financeira. Se o homem deve trabalhar como por exemplo abrir uma loja ou um outro oficio a mulher também tem este direito, a mulher nunca faz porque não é actividade da mulher, o que a mulher faz como negocio é a venda de pequenos artigos de satisfação domestica, isto não leva a mulher a uma capacidade potencial de riqueza para poder sobreviver, e poder dar a sua comparticipação no desenvolvimento do país. Uma grande empresária seria útil também para dar a sua colaboração ao desenvolvimento do próprio país, o que é difícil encontra numa mulher.
O investimento que for feito quando os empresários estrangeiros estiverem no país, precisam também procurar grupos de mulheres que já estão a partir para estas praticas, e já existem algumas. Associação das mulheres empresarias (ASOMEL) já existe algum tempo mais temos certas debilidades por termos problemas com os créditos, a politica do homem em não aceitar e acreditar facilitar a mulher com o credito, segundo os homens a mulher não pode ter credito bancário porque terá mais poder que o homem, esta é a luta da nossa emancipação como resposta eu hoje digo que as mulheres estão emancipadas, agora é preciso que os homens sejam emancipados, tem que saber viver com as mulheres.
Estão complexados e não querem abrir as portas tão facilmente, por exemplo na escolha de um candidato para um lugar: um ou dois homens quando tendem de escolher alguém para um posto os homens dizem se eu não estou lá porque que ela tem de lá estar. Mais no entanto já estão lá 10 homens, isto é falta de emancipação na compreensão destas necessidades porque a mulher estando neste lugar vai criar condições que vai satisfazer uma família, e nesta família também esta presente o homem, quem é que poém vida no mundo dum homem é a mulher porque é que esta mulher não é respeitada, ela carrega 9 mê ses de gravidez, a amamenta esta criança que a manha se torna um homem que se esquece que existe esta mulher isto não é justo.
Fala-nos sobre o investimento?
Nós a pelamos que quando os empresários estrangeiros estivem aqui, e sobre tudo empresários americanos olhassem a necessidade de fazerem parceria com mulheres, como disse no início nós temos pouca tradição neste âmbito é verdade que estamos a formar novos quadros, mais os quadros novos tenhem pouca experiência, só com estas capacita coes para que ela possam ter capacidade de poder gerir, para poder lidar com este tipo de vida. Ela será capaz de poder ser uma empresaria de confiança e assim vocês a ouvirem estas também a trazerem as capacitações para as mulheres se deixarem a manha estas mulheres fazem as vidas sozinhas como na England e nos Estados Unidos e na Europa, temos poucas mulheres neste ramo, e precisamos não só das grandes empresarias porque se formos nas comunidades as pessoas criticam as populações estão pobres e é um dever do estado o dever de isto ou aquilo com o apoio e esforço do próprio da a sociedade tem de comparticipar por isso é que tem de haver estes pequenos grupos de pessoas que tenhem de fazer algo a titulo privado para que o estado tenham ajuda, eu estive nos Estados Unidos encontrei os pequenos negócios e gostaria de fazer o meu lobe para que os empresários americanos vem para aqui com programas que possam investir nas mulheres, educar os cidadão, com programas com programas próprios para mulheres e poder colocar em pratica na sua vida.
F: World Investment News
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