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3) Ha tempos, empresários brasileiros visitaram as fábricas na zona industrial do Huambo como Ulisses e Coca-Cola, para criar parcerias de investimento e constatar as oportunidades de negocios nesta região. Ja foi feito isso com uma delegação empresarial americana? Nós viemos cá com os americanos: viemos cá com o doutor Eman Coll, viemos cá com o doutor Poher que esteve cá com uma delegação grande de americanos, visitamos aqui Huambo há um ano atrás. Muitos deles nasceram cá no Huambo. Fomos de carro, uns foram de helicóptero, fomos a barragem do Ngove, uma zona turística e de reserva de caça, então vimos várias coisas. Acordamos algumas linhas, alguns princípios que nós levam em crer que vão ser efectivados. Mas isto de forma nenhuma impossibilita os outros engajamentos. Como se diz na área comercial: as portas de um comerciante nunca estão fechadas. Estão sempre disponíveis a ver as vantagens que possam aparecer e as oportunidades. Duas empresas americanas falaram connosco e assinamos um acordo de princípio. Temos uma conceição e eles já mandaram geólogos a partir de África do Sul. Vamos fazer uma exploração do ouro a 45 quilómetros, no Sambo. É uma conceição que foi nós dada, está ligada a uma das empresas do Grupo. Eles foram ver, levaram a terra, foram atestar no laboratório, voltaram e montaram sistema satélite de África do Sul, fizeram a vistoria da área da nossa conceição e deram como positivo. Demos a nossa garantia junto do departamento de investimento estrangeiro e da geologia e minas, e agora estamos só a espera que as maquinas que vamos precisar cheguem para começarmos. O investimento passa pelo nosso grupo, o nosso parceiro a partir da altura que tenha confiança em nós, passa direito para nós e nós executamos as obras, porque esse é um negócio nosso.
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