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O Departamento de Estado tem planos para passar a acompanhar mais de perto (closely) a evolução do processo político-eleitoral angolano; o papel principal está cometido ao "Angola Desk", chefiado por Chris Karber, um diplomata com bons conhecimentos da realidade angolana.
Doravante, as reuniões internas de avaliação da situação, multi-sectoriais, passarão a ser mais assíduas e está previsto que altos funcionários do Departamento de Estado efectuem mensalmente viagens a Angola para missões de observação in loco. Para Maio está agendada a viagem de uma alta funcionária, Carol Thompson.
A política norte-americana relativamente ao processo político-eleitoral em Angola assenta em duas linhas: - Estimular o Governo angolano a empregar boas práticas legais nos seus procedimentos eleitorais. - Observar princípios estritos de neutralidade em relação a todos os partidos – não favorecendo nenhum; os fundos a providenciar pelo Departamento de Estado, e a canalizar através do NDI/NRI, destinam-se a ser aplicados no processo, enquanto tal e não em benefício de nenhum partido. Além do NDI/NRI o Departamento de Estado está igualmente a estudar a participação do Carter Center no processo eleitoral em Angola, provavelmente integrando o grupo de observadores internacionais. A missão será suportada pelo Departamento de Estado através da USAID. Fonte: Africa Monitor
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