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O MPLA, partido no poder em Angola, discute nesta sexta-feira e sábado, em Luanda, durante a III Conferência Nacional, a sua estratégia eleitoral e o programa de governo 2009/2012, tendo em atenção as eleições legislativas marcadas para Setembro próximo.
Os documentos fundamentais manifesto e programa do MPLA preparados para o combate eleitoral que se avizinha numa arena de mais de cerca de partidos, buscando o maior número de votos para se tornar ou formar governo pretenderão as atenções e contribuições dos 1500 delegados vindos de todas as províncias do país.
Com o lema «MPLA: Trabalhar para Vencer», os delegados à III Conferência Nacional deverão encontrar linguagem, metodologia e perspicácia únicas para guindar, no final do acto eleitoral de Setembro, os seus concorrentes que experimentam várias dificuldades para enfrentar os momentos que antecedem as segundas eleições legislativas em Angola.
O secretário para a Informação do MPLA, Kwata-Kanawa disse à Voz da América que os delegados já estão todos em Luanda, incluindo os provenientes do exterior. «Está tudo a postos para amanhã, de acordo com o nosso programa, iniciarmos a nossa III conferência. O tema é o «MPLA e as eleições 2008», como forma de preparar o partido para as próximas eleições e o programa do governo para o quadriénio 2009/2012, e dele é que vai ser extraído a base para o manifesto eleitoral com o qual o MPLA vai se apresentar nas próximas eleições».
A III Conferência Nacional do MPLA começou a ser preparada em Março deste ano com a realização de assembleias dos comités de acção, seguido das conferências comunais, municipais e provinciais do partido.
Entretanto, o Gabinete de Estudos e Análises do MPLA lança hoje, o número um da revista «Estudos e Opiniões», com o título «Votar é um importante exercício de cidadania», que explica aos cidadãos os ditames eleitorais.
O primeiro número da revista «Estudos e Opiniões» vem a público dez meses depois do núumero zero e aborda questões sobre «a influência dos sistemas eleitorais na vida política», «A Lei Eleitoral como instrumento político» e «A influência dos sistemas eleitorais sobre a estabilidade governativa».
Em cento e quarenta e seis páginas, a publicação insere ainda a mensagem de fim de ano do Presidente José Eduardo dos Santos
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