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Ministro João Baptista Kussumua defende necessidade dos cidadãos adaptarem-se aos novos tempos |
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Escrito por : Cfr. no fim da pág
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18-Set-2008 |
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O ministro da Assistência e Reinserção Social, João Baptista Kussumua , defendeu quarta-feira, na cidade do Sumbe, província do Kwanza Sul, a necessidade dos angolanos adaptarem-se aos imperativos dos novos tempos, que exigem de todos uma atitude mais engajada e complementar na realização do bem comum.
“É necessário que cada cidadão aumente o seu sentido de responsabilidade e de entrega no desempenho das funções acometidas para o sucesso dos programas e projectos enquadrados no grande esforço de reconstrução e desenvolvimento do país”, reiterou o ministro, que discursava no acto central do Dia do Herói Nacional, assinalado quarta-feira.
Falando em representação do presidente José Eduardo dos Santos, o governante disse que o sucesso de Angola como país, depois de realizar com êxito as segundas eleições legislativas, dependerá da capacidade e vontade dos seus filhos, independentemente das suas opções e convicções políticas, religiosas ou local de nascimento.
Por outro lado, João Baptista Kussumua reconheceu que o contributo de cada cidadão angolano no processo eleitoral foi importante, porquanto tornou deste exercício de cidadania numa manifestação de unidade nacional, de civismo e de sentido de missão que, na sua óptica, impressionou todos aqueles que acompanharam a memorável jornada.
“O acto eleitoral demonstrou ao Mundo que os angolanos viraram, definitivamente, a página da história do país marcada pela guerra, divisões e mortes de cidadãos, agora empenhados na reconstrução nacional e no progresso das suas comunidades”, enfatizou.
No decurso do acto, a viúva do fundador da Nação Angolana, Maria Eugénia Neto, acompanhada pelos filhos e netos, ofereceu dezenas de livros e discos ao governador do Kwanza Sul, Serafim do Prado, para serem distribuídos as escolas locais.
O material didáctico foi cedido pela fundação “António Agostinho Neto”, instituição de que Maria Eugénia Neto é presidente há cerca de um ano, a fim de contribuir na educação patriótica das crianças e dos jovens.
FNT/Angop
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