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"Não há intolerância política na província do Huambo", garante Paulo Kassoma |
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Escrito por .oO( Cfr. no fim da página )Oo.
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13-Mai-2008 |
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O governador do Huambo desmente a ocorrência de actos de intolerância política na província de que vem aludindo a Unita, acusando-a de estar a usar tal pretexto para conseguir a simpatia do eleitorado.
Em entrevista à Rádio Ecclesia, Paulo Kassoma (na foto), disse que a Unita passa por algumas dificuldades na província.
Segundo o governador, a Unita tem dificuldade de fazer com que a população “adira à sua mensagem”, porque “a mensagem da Unita é vazia, é oca”, referiu.
De acordo com Kassoma, “a Unita primeiro tem que explicar àquela gente toda porquê que destruiu. Estas perguntas são feitas pelos cidadãos e então já não aceitam a mensagem só assim vazia”, acrescentou à margem da III conferência do MPLA realizada o fim de semana em Luanda.
Em relação à situação social das populações no Huambo, a existência de muitas dificuldades muita dificuldade das pessoas, “embora o que já se fez naturalmente já facilitou grandemente estas comunidades”. Acredita que “nos próximos quatro anos esta situação estará resolvida, se efectivamente formos coerentes com os nossos princípios e coerentes com a nossa vontade de executarmos o programa”.
Questionou-o sobre um suposto tráfico de influência e privilégios na cedência de terrenos a cidadãos próximos ao poder governativo, Paulo Kassoma disse que todos as pessoas têm sido tratadas de forma igual.
“Todos os cidadãos são livres de requerem o que quiserem. Uns estão a enveredar para área de terrenos para fins agrícolas, outros estão na área imobiliária, outros estão na aérea pecuária. Todos são cidadãos e todos têm os mesmos direitos”.
No centro Sul de Angola, a província do Huambo possui grandes extensões de terra arável para a agricultura, tendo sido um dos grandes celeiros de Angola antes do conflito armado terminado em 2002.
Fonte:Rádio Ecclésia/Apostolado
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