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"Os discursos inflamatórios do MPLA e da UNITA podem leva-los à derrota", Luís dos Passos (PRD) |
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Escrito por : Cfr. no fim da pág
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08-Jul-2008 |
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O presidente do partido de renovação Democrática (PRD), trabalhou no Kwanza-Sul para inteira-se do funcionamento do seu partido e da adesão que seta força política vai tendo por estas paragens.
De acordo com Luís dos Passos, a deslocação ao Kwanza-Sul teve como principal objectivo transmitir a mensagem da direcção aos militantes do seu partido e informa-lo sobre os métodos de preparação das eleições de Setembro. “Estamos a preparar-nos para entramos na fase de campanha, pois, parte daí a necessidade de transmitir aos nossos militares aquilo que vai ser a nossa tónica de campanha”, disse.
Luís dos passos garantiu, por outro lado, que o Kwanza-Sul é uma província heterogenia e tendo em atenção a sua complexidade em termos de adesão política por parte da sua população «foi privilegiada», daí que o partido em causa vai direccionar a sua campanha para este círculo político.
O líder partidário informou-nos que a forca Politica que dirige vai gizar um programa de formas a não a não colidir com os já existentes. ´´ O PRD é um partido muito conhecido e deve levar ao povo angolano um programa credível, sem muitas promessas. O político disse ainda que em democracia os políticos devem sabem estar.
“Não queremos dar o primeiro passo antes de estar em pé. Quero com isso disser que devo guardar o nosso fogo para meta, pois um fundista deve ter resistência para aguentar a competição, visto que se começaremos agora, iremos despender muito daquilo que não temos, já que alguns partidos neste país têm a quota do petróleo e dos diamantes” , disse.
Luís dos Passos garantiu ainda que começar tarde a sua campanha servirá de balão de ensaio para conhecer a estratégia de outros partidos, pois assiste-se as prés campanhas discursos inflamatórias que o MPLA e a UNITA protagonizam, segundo ele, através da busca de «fantasmas do passado». “Se o MPLA e a UNITA usarem como tónica principal da campanha falar do passado, irão perder, porque a população já não quer ouvir que o pai ou mãe morreram na guerra”, sublinhou .
Luís dos Passos recordou ainda que perdão é um grande exercício democrático, pois acredita que sem isso «nada se vai fazer”.
Fonte:Angolense
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