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Parlamento angolano e congresso americano vão manter cooperação, embaixador Dan Mozena |
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Escrito por : Cfr. no fim da pág
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26-Set-2008 |
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Os Estados Unidos da América garantem que o parlamento angolano saído das eleições de 5 e 6 de Setembro e que toma posse na terça-feira, 30, continuará a ter uma estreita colaboração com o congresso norte-americano.
Esta certeza foi manifestada no Lubango em conferência de imprensa quinta-feira, pelo embaixador norte-americano em Angola, Dan Mozena, no término da sua visita de alguns dias às províncias do Namibe e da Huíla.
Segundo o diplomata, os laços que se virão a estabelecer entre a Assembleia Nacional e o Congresso do seu país, não serão mais que a continuação do intercâmbio já existente entre as duas câmaras legislativas consubstanciadas na troca de experiência, sobretudo no âmbito das mais diferentes comissões que configuram os dois parlamentos.
O embaixador citou, como exemplo do sinal da cooperação existente, a deslocação recente de parlamentares angolanos aos Estados Unidos.
Para Dan Mozena, os Estados Unidos gostariam com o próximo parlamento aprofundar os mecanismos de cooperação no domínio das comissões de especialidade. Para ele, é com um trabalho sério ao nível das referidas comissões que se pode esperar o maior desempenho dos deputados.
«Quero continuar a apoiar o intercâmbio entre o parlamento de Angola e o congresso norte-americano, vou continuar a facilitar o trabalho dos comités dos parlamentos para ajudar os parlamentos a fazerem melhor o seu trabalho.»
O diplomata americano que veio à Huíla para constatar os avanços registados na região nos últimos seis anos de paz, particularmente o grau de implementação dos projectos financiados pela administração Bush, disse ter ficado satisfeito com o que viu e ouviu dos encontros mantidos com entidades governamentais, representantes de partidos políticos e membros da sociedade civil.
Segundo ainda fez saber Mozena, os Estados Unidos vão continuar a apoiar o governo de Angola sobretudo em programas de saúde pública, como por exemplo, o combate contra à malária e VIH-Sida.
FNT/MultiPress
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