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Parlamento angolano foi um laboratório de respeito mútuo, presidente Roberto de Almeida |
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Escrito por : Cfr. no fim da pág
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16-Jul-2008 |
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O presidente do Parlamento, Roberto de Almeida, considerou que as eleições de 1992 não produziram apenas conflito, mas permitiu à afirmação da Assembleia Nacional como um laboratório de tolerância, respeito mútuo e convivência de pessoas com ideias diferentes.
Roberto de Almeida disse ainda que o alcance da paz está a permitir a reconstrução do país, a promoção do desenvolvimento, justiça e solidariedade, visando um futuro mais risonho para os angolanos.
"A guerra foi um erro crasso, porque retardou o desenvolvimento do país, a plena democratização de Angola", declarou o parlamentar, para quem, apesar de poucos anos de paz, as populações já começam a sentir algumas melhorias, que deverão continuar.
Os grupos parlamentares destacaram o contributo do debate democrático facilitado pelo actual Parlamento como um dos factores marcantes da I legislatura, apesar do clima tenso então reinante.
Por sua vez, os funcionários parlamentares, na sua mensagem, garantiram prestar o devido apoio aos futuros deputados a saírem das eleições de cinco de Setembro, por forma a facilitar o trabalho dos mesmos.
Com este acto, a Assembleia Nacional encerra o período de funcionamento ordinário, podendo reunir-se extraordinariamente.
A partir desta data, as suas actividades correntes passam a ser executadas pela sua Comissão Permanente, integrada por 15 deputados dos três partidos mais votados nas eleições de 1992, nomeadamente o MPLA, a UNITA e o PRS.
Fonte: AngoNotícias
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