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Luanda – O primeiro secretário do Comité de Especialidade dos Médicos do MPLA, José Luís Pascoal, afirmou domingo à noite, em Luanda, que o partido no poder tudo fará, com o seu o programa de governo, para assegurar as condições básicas que propiciem a definição de uma política nacional de saúde.
"Temos na proposta o básico: uma política nacional de saúde. Vamos rever ou redefinir uma política para sabermos como andar, onde andar e com que estratégias", informou o partidário, quando discursava na Gala de Beneficência a favor dos doentes de Cancro da Mama, realizada pela sua organização.
Essa política Nacional de Saúde, explicou, vai assentar em quatro orientações fundamentais, designadamente a reformulação do serviço nacional de saúde, a redução da mortalidade materno-infantil, a promoção e preservação de um ambiente propício a saúde, e responsabilidade pessoal de cada indivíduo em relação a sua saúde.
O Partido, precisou, definiu no âmbito dessas quatro estratégias fundamentais, que passam por tornar os serviços de saúde mais acessíveis, a medicina preventiva um factor para a melhoria da saúde da população, fazer a articulação entre o sector público e o privado, além de assegurar o reapetrechamento das unidades sanitárias de todo país.
Com esse programa de governo, o MPLA conta igualmente assegurar para a área social maior financiamento para os serviços de saúde e afins, permitir e assegurar uma melhor gestão dos recurso materiais e humanos e, por último, dignificar a carreira dos médicos.
José Pascoal afirmou, por outro lado, estarem criadas as condições para que o povo angolano se sinta orgulho do país e desfrute de uma distribuição justa das riquezas nacionais, com base nesse programa de governação, que considera ser o corolário de um plano elaborado há já 51 anos. Só agora, para si, há condições de pô-lo em prática.
É de opinião que o programa em causa, relativo ao quadriénio 2009/2012, constitui "a proposta de solução para os problemas que o partido identificou como principais aspirações do povo angolano".
Disse terem sido identificadas cinco aspirações, contendo na primeira a paz, justiça, democracia, estabilidade, unidade, coesão e a segurança interna. Na segunda aspiração, informou, o partido vai procurar atacar a luta contra a fome e a pobreza extrema, bem como do desemprego, além da repartição justa do rendimento nacional. Angop
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Porquê só agora?