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Conferência Episcopal de Angola e São Tomé e Príncipe (CEAST) é preocupada com aumento das seitas |
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Escrito por .oO( Cfr. no fim da página )Oo.
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04-Nov-2008 |
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Em vista da visita de Bento XVI a Angola em março de 2009, a Igreja Católica demonstra apreensão com o aumento de seitas e igrejas no país. O presidente da Conferência Episcopal de Angola e São Tomé e Príncipe (CEAST), D. Damião A. Franklin, admitiu um "acelerado avanço" de várias seitas religiosas.
A resposta da Igreja Católica, que agrega cerca de 60% dos cristãos angolanos, procurar transmitir aos próprios fiéis e aos de outras igrejas cristãs "bons exemplos", na tentativa de angariar mais confiança.
Em Angola, existem 902 igrejas à espera de reconhecimento jurídico e 83 com estatuto legal. Um número significativo destas organizações é considerado sem condições para que sejam reconhecidas.
A diretora do Instituto Nacional para os Assuntos Religiosos (INAR), Fátima Viegas, disse que o governo de Angola considera um processo "extremamente preocupante" a proliferação de instituições religiosas, muitas delas longe de preencherem os requisitos mínimos para serem reconhecidas.
Para a legalização de igrejas, a lei angolana exige, entre outros requisitos, que tenham um mínimo de 100 mil fieis, todos cidadãos nacionais devidamente identificados.
Outro quesito tem a ver com representação da confissão religiosa em dois terços do país, ou em 12 das 18 províncias, além de um conjunto de princípios doutrinários de acordo com a doutrina que professa.
Fonte:Rádio Vaticano
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