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O que são: conjunto de doenças causadas por vírus transmitidos principalmente por via sexual, sendo o HPV e o HIV os mais freqüentes
O PACIENTE RECEBE UM DIAGNÓSTICO DE HIV POSITIVO Outro exame é tudo que o incrédulo paciente quer fazer... Ele deve insistir com o médico? Um bom médico vai, com toda a certeza, pedir um teste definitivo para detectar a presença do vírus e saber o grau de evolução da doença. Se o médico não pedir novos exames, insista. Pergunte se não seria esse o procedimento correto e por quê. Vão ser feitos novos exames, mas, por segurança, o paciente deve se comportar socialmente como se já tivesse HIV? Sim. O médico vai iniciar o tratamento no momento em que não restarem dúvidas sobre a presença do HIV. Mas ele deve recomendar ao paciente que evite desde já contatos sexuais de risco para o parceiro. O diagnóstico positivo de HIV em geral sugere a presença de outras doenças. Se o médico prescrever remédios apenas para controlar o vírus... ...insista em ser testado para a presença de hepatite B e C e sífilis. Essas doenças podem sabotar o tratamento anti-HIV. O paciente tem um parceiro ou parceira também com teste de HIV positivo. Se o médico disser que não há problema em continuarem se relacionando sem proteção, ele está correto? Existem versões geneticamente diferentes dos vírus. O contato com um novo tipo de vírus pode agravar o quadro da doença. Se o médico insistir no tratamento com o uso de velhos remédios contra o HIV, preferindo-os aos novos, como o Fuzeon, o paciente deve desconfiar? Não. O fato de o médico não receitar um remédio recém-chegado ao mercado não significa que ele desconheça os mais recentes progressos científicos. Nem sempre uma novidade, como o Fuzeon, é o medicamento mais indicado para o paciente. No caso do HIV, há um tipo diferente de remédio para cada fase da infecção. O Fuzeon faz parte de uma nova geração de remédios que conseguem impedir a entrada do vírus na célula – portanto, uma etapa bem específica da infecção. O PACIENTE RECEBE O DIAGNÓSTICO DE HPV POSITIVO Ele deve insistir em fazer um novo exame para confirmar o diagnóstico? Sim. Lesões semelhantes às causadas pelo HPV ocorrem em 70% da população sexualmente ativa, o que aumenta os riscos de um diagnóstico errado. Por essa razão, o médico deverá pedir ao paciente que faça um exame para analisar o material genético do vírus, para apenas depois disso dar a palavra final. O médico insiste em tratar o paciente mesmo sem a presença de sintomas. É um exagero? Não. Quase todos os casos de câncer de colo de útero no Brasil estão associados à presença do vírus HPV. Quando a infecção é tratada no estágio inicial, o risco de aparecer um tumor é quase nulo. Há motivo para desconfiar do médico se ele não mencionar a vacina contra o HPV? Não. O fato de não ter falado sobre essa vacina não quer dizer que a desconheça. Ela só chegará ao Brasil nos próximos meses e, aí sim, terá uso preventivo contra quatro tipos de vírus de HPV que causam tumores. O médico minimiza a possibilidade de existirem infecções paralelas. Ele está certo? Não. Uma pessoa com HPV está mais propensa a infectar-se com o vírus da aids, por sífilis ou clamídia. O médico deve pedir exames para investigar a presença dessas doenças. O médico recomenda o uso da camisinha mesmo na ausência das lesões causadas pelo HPV. É exagero? Não. As lesões causadas pelo vírus são curadas em 90% dos casos, mas mesmo assim persistem os riscos de contaminação. Veja Saúde
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