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Rúben Sicato, ministro da Saúde afirma que Angola tem mais de mil e 800 médicos, 26 mil enfermeiros |
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Escrito por : Cfr. no fim da pág
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25-Set-2008 |
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Angola conta com mil 812 médicos, 26 mil 766 enfermeiros e cinco mil 267 técnicos de diagnóstico e terapêutica, num universo de 57 mil 531 trabalhadores do ramo da Saúde, revelou hoje, em Luanda, o ministro da Saúde, Rúben Sicato.
Presentemente, informou, estão vários trabalhadores com processos de admissão em curso e outros fora dos quadros da saúde e de diversos sistemas para além dos que se encontram fora do país.
O ministro que falava no acto central do 25 de Setembro, Dia Nacional do Trabalhador da Saúde, que decorre sobre o lema "trabalhadores da saúde unidos - melhor saúde em Angola", disse que o lema surge da necessidade de haver união e solidariedade entre os trabalhadores do ramo.
Apesar deste número de técnicos, afirmou, o país ainda enfrenta vários problemas, como o facto de a formação técnica e básica, nem sempre estar à altura dos desafios do dia-a-dia, deficiências de programas de formação contínua, reconversão de carreiras a precisar de reajustamentos, desigual distribuição de pessoal pelo país e discrepâncias salariais entre técnicos pertencendo a subsistemas diferentes, mas, de formação equivalente.
Para o governante, para o bom exercício de cidadania, os trabalhadores da Saúde devem conhecer a legislação vigente no país, bem como todos os regulamentos e normas existentes nos seus locais de trabalho, e renovar, todos os dias, o seu voto de entrega e dedicação ao próximo.
"O utente deve ter a certeza que os trabalhadores estão para o servir e não apenas para se servir dele, pois, os funcionários da saúde existem para cumprir um dever perante si próprios e perante a sociedade", enfatizou.
Por seu turno, o representante em exercício da OMS em Angola, Abou Gaye, sublinhou que se deve sensibibilizar as comunidades para a adopção de práticas favoráveis à saúde, a redução dos factores de risco e agir sobre os determinantes da saúde para a melhoria das condições de vida.
O acto central que decorreu no centro ortopédico de Viana, contou com a presença de membros do Governo e quadros do Ministério da Saúde.
FNT/Angop
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