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O aumento do número de ligações aéreas entre Angola e o Brasil e as facilidades na atribuição de vistos de trabalho foram algumas das questões abordadas hoje, segunda-feira, em Luanda, num encontro entre o primeiro vice-presidente da Assembleia Nacional, João Lourenço, e uma delegação do senado brasileiro.
| Foto Angop | |  | | Vice-presidente do Parlamento, João Lourenço (à dir.), fala com senadores brasileiros sobre aumento de ligações aéreas | | | Em declarações à imprensa, no final da audiência, o presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado brasileiro, Heraclito Fortes, que chefia a delegação, disse que o aumento da frequência aérea vai contribuir para evitar “filas enormes de passageiros nas ligações aéreas entre os dois países”.
Actualmente, a TAAG (Transportadora Aérea Angolana) voa três vezes por semana para o Brasil, havendo em alguns casos mais um voo extra.
O senador brasileiro disse ter solicitado apoio para ajudar a agilizar o processo de atribuição de vistos de trabalho, para atender as necessidades de milhares de compatriotas seus, contratados para contribuir para o desenvolvimento de Angola.
Há dificuldades burocráticas comuns, mas o importante é trabalhar para se ultrapassar este impasse e facilitar a vida dos que pretendem vir para Angola e vice-versa.
Disse estar satisfeito com o desenvolvimento do país em seis anos de paz, pois "rápido Angola preparou-se para o crescimento ordenado, com destaque para o domínio do saneamento básico, apesar dos problemas que viveu como a guerra”.
Heraclito Fortes declarou que se pretende uma relação de aproximação entre o Senado brasileiro com a Assembleia Nacional angolana, no que designa por diplomacia parlamentar, por ser menos burocratizada, mais directa, ao contrário da diplomacia formal, que obriga um conjunto de trâmites.
Informou ter convidado o presidente da Assembleia Nacional e algumas comissões para visitar o Brasil.
A delegação do Senado Federal brasileiro desde sábado no país, para uma visita de três dias, cumpre um périplo a seis países africanos( Angola, Cabo Verde, Senegal, Guiné bissau, Nigéria e São Tomé).
O senador brasileiro afirmou ser notável o desenvolvimento do continente apesar das adversidades. Angop
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