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O Sector de Hotelaria e Turismo facturou seis mil milhões, 784 milhões 891 mil 846 dólares, entre 2004 e 2006, segundo o ministro da Hotelaria e Turismo Jonatão Eduardo Chingunji, quando fazia o balanço sobre os ganhos decorrentes da estabilidade política e económica que se regista no país, nos últimos seis anos.
Só em 2006, as unidades hoteleiras, restaurantes e similares, agências de viagens e turismo proporcionaram 67 mil 392 postos de trabalho, sendo 55 por cento de empregados constituídos por homens e 45 por mulheres. Em 2005, o sector empregava apenas 46 mil 519 pessoas.
Para o ministro, a conquista da paz efectiva, a 4 de Abril de 2002, proporcionou, em seis anos, um considerável aumento de investimento privado no domínio da hotelaria e turismo, bem como permitiu aumentar o número de turistas que, anualmente, visita o país.
Em entrevista à Angop, o titular da pasta do Turismo disse que, fruto da estabilidade política e económica que o país vive, o sector só obteve ganhos incomparáveis, o que demonstra que a paz é um factor catalisador para o desenvolvimento da indústria turística.
Graças à paz, regista-se a construção de novos hotéis, a diversificação dos investimentos no sector, ao mesmo tempo que se abrem novas perspectivas de empregos, numa altura em que se aumentam as facilidades na circulação de turistas, quer nacionais, quer estrangeiros.
O sector registou ainda, só em 2007, a inauguração de cinco hotéis, estando outros (mais de 12) em construção, num investimento privado avaliado em mais de 500 milhões de dólares.
Segundo o ministro, a perspectiva é edificar, até 2010, mais de vinte hotéis, estando, por isso, em construção várias unidades hoteleiras em todo o território, de modo a reduzir-se a carência de alojamentos.
Com efeito, adiantou o governante, o plano de acompanhamento ministerial indica para os próximos anos, a construção de unidades como o hotel Sava-Sivol, em Luanda, com 238 quartos e com estimativas de garantir 283 postos de trabalho.
Eduardo Jonatão Chingunji avançou ainda que, no âmbito dos investimentos privados, surgirá, em breve, na província de Luanda, uma cadeia de hotéis denominada Sismotel, devendo ter 240 quartos e empregar 170 pessoas, numa primeira fase. Essa rede prevê edificar hotéis em quatro províncias do país.
O pacote reserva também um universo de outras unidades hoteleiras, como a construção do hotel Horizonte, em Luanda, com 154 quartos, proporcionando130 postos de trabalho.
Já com 260 quartos, na província da Huíla será erguido o Hotel Muíla e poderá empregar pelo menos 300 pessoas.
Eduardo Jonatão Chingunji apelou desta feita e de modo a se aproveitar da melhor forma os benefícios da paz, para que os investidores sejam ousados, empreendedores e inovadores, contribuindo para o desenvolvimento da actividade turística em Angola.
Com uma média de visitantes acima de 194 mil turistas/ano, o país possui actualmente um total de 737 unidades, repartidas por mais de 130 hotéis, 547 pensões e 60 outros estabelecimentos.
Fonte:Angop
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