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Linhas Aéreas de Angola (TAAG) testa voo na República da China/Beijing, Dr. António Pombal |
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Escrito por : Cfr. no fim da pág
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25-Set-2008 |
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Delegações de técnicos das autoridades aeronáuticas de Angola e China reúnem-se desde ontem em Beijing para efectivar este país como uma das rotas da nossa companhia de bandeira, a TAAG.
A delegação angolana ao evento encabeçada pelo Dr. António Pombal, a qual integram dois altos funcionários da TAAG, tem por missão negociar as referências do acordo de serviço de transporte aéreo entre os dois países.
A rentabilidade da rota está mais que comprovada e interessa aos dois Estados, por um lado pelo número elevado de empresas chinesas que trabalham no nosso país a apoiar o processo de reconstrução nacional nas mais diversas empreitadas um pouco por todo o país, por outro, pelo número de grandes e médios empresários angolanos que têm a China como a principal fonte de fornecimento de mercadorias para Angola nas mais diversas modalidades empresariais. Como se sabe, a China é um gigante que não pára de crescer e Angola não vai, obviamente, virar as costas a esta realidade.
No geral não há grandes diferenças de pontos de vista ou, se quisermos, cláusulas do protocolo de intenções a serem negociadas entre as partes. Existem, sim, alguns pontos que afastam de forma natural as duas partes, como é normal neste tipo de negociação.
Podem ser resumidos em três resoluções, nomeadamente de diferendos, em que a China entende que os mesmos deverão ser resolvidos pela via diplomática, já o nosso país, por uma questão de conformidade com as normas e procedimentos do Órgão que rege a aviação civil a nível internacional, defende e vai fazer valer a sua proposta que consiste no facto de os diferendos serem resolvidos em duas fases; o primeiro, a nível de Estados do ponto de vista técnico e o segundo através de um tribunal arbitral, nos moldes do previsto pela ICAO.
São no fundo estes os pontos que serão aproximados na reunião de amanhã. A designação de companhias, em que o acordo padrão da República de Angola consagra a única designação (TAAG) e a proposta chinesa propõe uma múltipla designação. E a definição de território, onde Angola propõe a inclusão desta definição porque entende haver necessidade de compatibilizar esta noção.
FNT/JA
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