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A companhia brasileira de exploração aérea, OceanAir, esclarece, através de uma nota de imprensa divulgada na capital angolana, que adiou a cerimónia de lançamento e apresentação da carreira São Paulo-Luanda que estava agendada para esta segunda-feira.
A equipa desta companhia enviada a Luanda para tratar de todas as questões relacionadas com o arranque da operação encontrou problemas de natureza técnico-operacional que não pôde contornar rapidamente.
Com este empecilho, lê-se no documento, «está igualmente adiado o início das suas operações em Angola, cujo arranque formal estava aprazado para 5 de Maio, com a realização do vôo inaugural da ponte São Paulo-Luanda».
A companhia brasileira reafirma, entretanto, que esta rota terá seguramente o seu arranque, apesar dos empecilhos técnicos que ocorreram nas últimas horas.
A OceanAir é a terceira maior companhia brasileira de aviação civil que está presente também no México para onde opera com cinco vôos semanais, além de assegurar ligações para os principais destinos brasileiros.
Os vôos da OceanAir serão feitos por uma tripulação com larga experiência, composta por 10 integrantes, dos quais 7 comissários de bordo, 2 comandantes e 1 co-piloto. Esta operação será feita por uma aeronave Boeing do tipo 767-300 ER, com capacidade para 173 passageiros em classe económica e outros 30 em classe executiva, perfazendo um total de 203 passageiros.
Criada em 1998, a OceanAir conta na sua frota com 3 Boeing 767-300, 3 Boeing 737, 1 Boeing 757, 15 jatos MK-28, 5 Fokkers-50 e 4 Brasília. No ano passado, a companhia adquiriu 28 Airbus, sendo 14 jatos A 319, que serão utilizados para vôos domésticos e para a América Latina, sete jatos A-320 também para vôos domésticos e América Latina, e sete A-330 que irão operar nas rotas internacionais.
F: Voa
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